Dirigente tucano diz que impeachment ‘se tornou distante e incerto’

Deputado federal Silvio Torres (SP), secretário-geral do PSDB e próximo do governador Geraldo Alckmin, afirma que "o impeachment, que era uma ideia aprovada internamente, parecia iminente", mas "agora está distante e é incerto"; para ele, "o governo está sabendo reagir e tem aliados no Senado"; enquanto "o PMDB, que está metido em várias denúncias, tem raros quadros que possam eventualmente assumir posições em um governo Temer"

Deputado federal Silvio Torres (SP), secretário-geral do PSDB e próximo do governador Geraldo Alckmin, afirma que "o impeachment, que era uma ideia aprovada internamente, parecia iminente", mas "agora está distante e é incerto"; para ele, "o governo está sabendo reagir e tem aliados no Senado"; enquanto "o PMDB, que está metido em várias denúncias, tem raros quadros que possam eventualmente assumir posições em um governo Temer"
Deputado federal Silvio Torres (SP), secretário-geral do PSDB e próximo do governador Geraldo Alckmin, afirma que "o impeachment, que era uma ideia aprovada internamente, parecia iminente", mas "agora está distante e é incerto"; para ele, "o governo está sabendo reagir e tem aliados no Senado"; enquanto "o PMDB, que está metido em várias denúncias, tem raros quadros que possam eventualmente assumir posições em um governo Temer" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, "que era uma ideia aprovada internamente, parecia iminente", se tornou "agora distante e incerto". A avaliação é de um dirigente tucano, o deputado federal Silvio Torres (SP).

Em entrevista a Pedro Venceslau, do jornal O Estado de S. Paulo, o secretário-geral do PSDB avalia que "o governo está sabendo reagir e tem aliados no Senado", enquanto "o PMDB, que está metido em várias denúncias, tem raros quadros que possam eventualmente assumir posições em um governo Temer".

Segundo ele, é majoritária no PSDB a posição a favor do impeachment e o cenário em que o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), assume. "Sendo assim, implicitamente aceitamos que haja uma conversa. O que não é majoritário no PSDB é a opção de pertencer ao governo Temer. Essa posição divide muito o partido", diz.

Ele também critica o que chama de "judicialização da política" ao dizer que "hoje, estão transferindo para a Alta Corte as decisões que não estão sendo tomadas nas outras instituições. Isso é preocupante. O Judiciário pode começar a intervir onde não deve. Está ultrapassando o desejável de um poder".

Leia aqui a íntegra da entrevista.

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