Dissidentes do PSDB-SP trocam Doria por Marta

Grupo de diretores e militantes de diretórios regionais do PSDB, autointitulado "peessedebistas autênticos", abandonou o apoio ao candidato do partido na disputa pela Prefeitura de São Paulo, João Doria, para apoiar a rival Marta Suplicy (PMDB), que tem o ex-tucano Andrea Matarazzo como candidato a vice.

Grupo de diretores e militantes de diretórios regionais do PSDB, autointitulado "peessedebistas autênticos", abandonou o apoio ao candidato do partido na disputa pela Prefeitura de São Paulo, João Doria, para apoiar a rival Marta Suplicy (PMDB), que tem o ex-tucano Andrea Matarazzo como candidato a vice.
Grupo de diretores e militantes de diretórios regionais do PSDB, autointitulado "peessedebistas autênticos", abandonou o apoio ao candidato do partido na disputa pela Prefeitura de São Paulo, João Doria, para apoiar a rival Marta Suplicy (PMDB), que tem o ex-tucano Andrea Matarazzo como candidato a vice. (Foto: Paulo Emílio)

SP 247 - Um grupo de diretores e militantes de diretórios regionais do PSDB, autointitulado "peessedebistas autênticos", abandonou o apoio ao candidato do partido na disputa pela Prefeitura de São Paulo, João Doria Jr., para apoiar a rival Marta Suplicy (PMDB).

Dissidência, que começou pela zona sul da capital paulista, quer agora angariar apoio junto aos diretórios da zona norte e leste, informa reportagem da Folha de S. Paulo, que teve acesso a um vídeo de uma reunião dos dissidentes, que se dizem descontentes com a escolha encampada pelo governador Geraldo Alckmin.

Presidente do PSDB na capital, vereador Mário Covas Neto, disse que a iniciativa partiu de um grupo de antigo apoiadores de Andrea Matarazzo, que após perder as prévias do PSDB, deixou a legenda para se filiar ao PSD. Matarazzo é o candidato a vive na chapa encabeçada por Marta.

"Primeiro é preciso saber se esse movimento existe e se ele tem abrangência. Há uma tentativa sistemática de grupos insatisfeitos [com o resultado das prévias] que tentam se fazer maiores do que realmente são", destacou. "Se o Matarazzo fosse forte como acha que é, tinha ganhado as prévias e ficado no partido", disse em seguida.

A candidatura de Doria não foi bem aceita por diversos membros do PSDB, sendo considerada uma espécie de imposição por parte do governador Geraldo Alckmin, que não teria levado em consideração a opinião de outros tucanos graúdos, como o ministro José Serra, o ex-governador Alberto Goldman e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, todos apoiadores da postulação de Matarazzo.

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