Dono do avião que matou Campos pagou propina a FBC, aliado de Temer

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB/PE) recebeu, segundo o Ministério Público Federal, propinas do empresário João Carlos Lyra de Melo, que seria o verdadeiro dono do avião que matou Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014; FBC, como ele é conhecido em Pernambuco, votou pela abertura do processo de impeachment e é pai do ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB/PE) recebeu, segundo o Ministério Público Federal, propinas do empresário João Carlos Lyra de Melo, que seria o verdadeiro dono do avião que matou Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014; FBC, como ele é conhecido em Pernambuco, votou pela abertura do processo de impeachment e é pai do ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho
O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB/PE) recebeu, segundo o Ministério Público Federal, propinas do empresário João Carlos Lyra de Melo, que seria o verdadeiro dono do avião que matou Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014; FBC, como ele é conhecido em Pernambuco, votou pela abertura do processo de impeachment e é pai do ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho (Foto: Leonardo Attuch)

PE 247 – Mais um aliado do interino Michel Temer se vê às voltas com problemas judiciais. Desta vez, é o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE).

Segundo o Ministério Público Federal, ele recebeu propinas do empresário João Carlos Lyra de Melo, que seria o verdadeiro dono do avião que matou Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014.

De acordo com o inquérito, Lyra de Melo repassou propinas da Camargo Corrêa, que executava a obra da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

“João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho foi reconhecido pelos ex-empregados da Camargo Corrêa como sendo a pessoa encarregada de entregar a propina devida por aquela empreiteira ao ex-governador Eduardo Campos e ao senador Fernando Bezerra Coelho em virtude das obras na refinaria Abreu e Lima. Apresenta-se formalmente como único adquirente do avião PR-AFA, embora tal transação não tenha sido formalizada”, estabelece o inquérito.

As revelações são da Operação Turbulência, que implodiu um esquema de desvios de R$ 600 milhões, investigado logo após o acidente que matou Campos e outras seis pessoas.

 

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