É improvável que haja sobreviventes, dizem bombeiros

Depois de 48 horas do incêndio seguido de desabamento ocorrido no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo na madrugada do dia 1º de maio, os bombeiros vão mudar a estratégia em função da quase impossibilidade em se achar sobreviventes; "não digo impossível porque sempre há esperança, mas é muito improvável; são condições incompatíveis com a vida", disse o capitão Robson Mitsuo, porta-voz da decisão dos Bombeiros

São Paulo 01/05/2018 Incendio em prédio de 24 andares no Largo do paissandu em São Paulo. Foto Paulo Pinto/FotosPublicas
São Paulo 01/05/2018 Incendio em prédio de 24 andares no Largo do paissandu em São Paulo. Foto Paulo Pinto/FotosPublicas (Foto: Gustavo Conde)

247 – Depois de 48 horas do incêndio seguido de desabamento ocorrido no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo na madrugada do dia 1º de maio, os bombeiros vão mudar a estratégia em função da quase impossibilidade em se achar sobreviventes. "Não digo impossível porque sempre há esperança, mas é muito improvável. São condições incompatíveis com a vida", disse o capitão Robson Mitsuo, porta-voz da decisão dos Bombeiros.

“O desabamento em si, a temperatura de mais de 600ºC, e o tempo passado desde o início da ocorrência foram determinantes para a decisão das equipes sobre a mudança de operação.

Os Bombeiros chegaram a considerar a possibilidade de haver bolsões vitais no subsolo do edifício, mas ela foi descartada após buscas das equipes por meio de um acesso aberto a partir do prédio vizinho ao desmoronamento.”

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