É possível recuperar o Rio Doce, diz Murilo, da Vale

Os danos causados pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco em Mariana (MG) degradaram pelo menos 80% do Rio Doce; não há previsão de quanto tempo vai demorar a recuperação ambiental; quem afirma é o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, que também anunciou a criação de um fundo voluntário de empresas que queiram ajudar na completa revitalização da região atingida pela lama; a empresa é detentora de 50% da Samarco; “Estamos aqui trazendo certeza para os investidores, que vamos saber reagir", disse  

Os danos causados pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco em Mariana (MG) degradaram pelo menos 80% do Rio Doce; não há previsão de quanto tempo vai demorar a recuperação ambiental; quem afirma é o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, que também anunciou a criação de um fundo voluntário de empresas que queiram ajudar na completa revitalização da região atingida pela lama; a empresa é detentora de 50% da Samarco; “Estamos aqui trazendo certeza para os investidores, que vamos saber reagir", disse
 
Os danos causados pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco em Mariana (MG) degradaram pelo menos 80% do Rio Doce; não há previsão de quanto tempo vai demorar a recuperação ambiental; quem afirma é o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, que também anunciou a criação de um fundo voluntário de empresas que queiram ajudar na completa revitalização da região atingida pela lama; a empresa é detentora de 50% da Samarco; “Estamos aqui trazendo certeza para os investidores, que vamos saber reagir", disse   (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Os danos causados pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco em Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana (MG), na região central de Minas, degradaram pelo menos 80% do Rio Doce. Também não há previsão de quanto tempo vai demorar a recuperação ambiental de um dos principais cursos d'água do Sudeste do País. Quem afirma é o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, que também anunciou a criação de um fundo voluntário, com a participação da Vale, da BHP Billinton e de outras empresas que queiram ajudar na completa revitalização do Rio Doce e da região atingida pela lama.

A empresa é detentora de 50% da Samarco. Os outros 50% pertencem ao grupo australiano BHP Billinton. “Estamos aqui trazendo certeza para os investidores, que vamos saber reagir. A empresa afirma que já está conversando com entidades públicas e particulares. O fundo vai ter uma gestora e um conselho”, disse. "O rio Doce vai ser transformado em um modelo de como se cuida de um rio no país. Esse é o compromisso da Vale", acrescentou.

De acordo com o dirigente, “as empresas que quiserem participar serão bem-vindas. Não será modelo imposto e Vale terá participação especial neste trabalho coletivo para recuperação do rio Doce". "É possível a recuperação”, acrescentou. O dirigente não informou qual o valor do fundo nem que medidas serão postas em prática para a recuperação.

Diretores da mineradora Samarco informaram, no início deste mês, que foram despejados no meio ambiente 62 milhões de metros cúbicos de lama, o suficiente para encher 24 mil piscinas olímpicas (de 50 metros). Os Bombeiros identificaram nove corpos de quem gente que morreu por conta da tragédia. A lama chegou ao litoral norte do Espírito Santo.

Segundo o relator do Código da Mineração, deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), o desastre ambiental em Mariana (MG) pode custar de R$ 10 bilhões a R$ 14 bilhões. O levantamento foi atribuído a técnicos da Câmara e do Senado (leia mais aqui). A Samarco foi multada em R$ 250 milhões pelo governo federal, e em R$ 112 milhões pelo executivo mineiro.

 

 

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