Em greve, policiais civis terão corte de ponto

O governo do Tocantins irá cortar os pontos dos dias paralisados da Polícia Civil; o desconto salarial foi determinado pela desembargadora Maysa Vendramini Rosal, que deferiu parcialmente a ação com pedido de antecipação de tutela do Palácio Araguaia; de acordo com o secretário da Administração, Gefferson Oliveira, cortar os pontos dos policiais civis "não é o que o governo quer"; "A greve foi declarada ilegal, administrativamente não temos alternativa. Não queríamos que chegasse a este ponto", acrescentou

O governo do Tocantins irá cortar os pontos dos dias paralisados da Polícia Civil; o desconto salarial foi determinado pela desembargadora Maysa Vendramini Rosal, que deferiu parcialmente a ação com pedido de antecipação de tutela do Palácio Araguaia; de acordo com o secretário da Administração, Gefferson Oliveira, cortar os pontos dos policiais civis "não é o que o governo quer"; "A greve foi declarada ilegal, administrativamente não temos alternativa. Não queríamos que chegasse a este ponto", acrescentou
O governo do Tocantins irá cortar os pontos dos dias paralisados da Polícia Civil; o desconto salarial foi determinado pela desembargadora Maysa Vendramini Rosal, que deferiu parcialmente a ação com pedido de antecipação de tutela do Palácio Araguaia; de acordo com o secretário da Administração, Gefferson Oliveira, cortar os pontos dos policiais civis "não é o que o governo quer"; "A greve foi declarada ilegal, administrativamente não temos alternativa. Não queríamos que chegasse a este ponto", acrescentou (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 – O governo do Tocantins irá cortar os pontos dos dias paralisados da Polícia Civil. O desconto nos vencimentos foi determinado pela desembargadora Maysa Vendramini Rosal, que deferiu parcialmente a ação com pedido de antecipação de tutela do Palácio Araguaia.

De acordo com o secretário da Administração, Gefferson Oliveira, cortar os pontos dos policiais civis "não é o que o governo quer", e sim a decisão da Justiça. "A norma que exige", disse o gestor ao site CT. "A greve foi declarada ilegal, administrativamente não temos alternativa. Não queríamos que chegasse a este ponto", acrescentou.

O dirigente informou que os descontos nos vencimentos dos policiais civis devem valer a partir do dia em que o comando de greve foi notificado.

Os policiais civis estão em greve geral desde o dia 25 de fevereiro e protestam contra a suspensão da Lei que rege o alinhamento da carreira da corporação. O governo estadual entrou com Ação Declaratória de Ilegalidade e Abusividade de greve de servidor público, com pedido de antecipação de tutela. A desembargadora Maysa Vendramini Rosal deferiu parcialmente a solicitação do Palácio Araguaia.

Após ser notificado pela Justiça, o presidente do Sindicato dos Policias Civis, Moisemar Marinho, afirmou que apenas uma proposta concreta do Executivo pode para a greve geral da categoria.

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