Escola criada por voluntários vai formar líderes da periferia

Um grupo de pesquisadores brasileiros criou uma escola de governo em São Paulo para formar líderes na periferia; serão selecionados 30 jovens com idades entre 16 e 19 anos de todo o Brasil que tenham concluído ou estejam cursando o ensino médio na rede pública ou na particular, como bolsista até o dia 31 de janeiro no site da Escola Comum; alto rendimento acadêmico e renda per capita mensal de até dois salários mínimos são os outros requisitos

Um grupo de pesquisadores brasileiros criou uma escola de governo em São Paulo para formar líderes na periferia; serão selecionados 30 jovens com idades entre 16 e 19 anos de todo o Brasil que tenham concluído ou estejam cursando o ensino médio na rede pública ou na particular, como bolsista até o dia 31 de janeiro no site da Escola Comum; alto rendimento acadêmico e renda per capita mensal de até dois salários mínimos são os outros requisitos
Um grupo de pesquisadores brasileiros criou uma escola de governo em São Paulo para formar líderes na periferia; serão selecionados 30 jovens com idades entre 16 e 19 anos de todo o Brasil que tenham concluído ou estejam cursando o ensino médio na rede pública ou na particular, como bolsista até o dia 31 de janeiro no site da Escola Comum; alto rendimento acadêmico e renda per capita mensal de até dois salários mínimos são os outros requisitos (Foto: Charles Nisz)

247 - Um grupo de pesquisadores brasileiros criou uma escola de governo em São Paulo para formar líderes na periferia. As inscrições para a primeira turma podem ser feitas até o dia 31 de janeiro, pelo site da Escola Comum (www.escolacomum.org/inscreva-se). O curso é gratuito e os alunos selecionados vão receber alimentação e auxílio para o transporte.

Serão selecionados 30 jovens com idades entre 16 e 19 anos de todo o Brasil que tenham concluído ou estejam cursando o ensino médio na rede pública ou na particular, como bolsista. Alto rendimento acadêmico e renda per capita mensal de até dois salários mínimos são os outros requisitos.

Os candidatos devem enviar documentos pessoais, duas a três cartas de recomendação, um texto com uma apresentação e um vídeo com duração máxima de dois minutos que responda a pergunta: “Se você pudesse mudar o mundo o que você faria?” A segunda etapa do processo seletivo será uma entrevista.

Rosana Pinheiro-Machado, antropóloga e coordenadora do projeto, diz que a Escola Comum vai funcionar como as escolas de governo que existem pelo mundo, mas será voltada aos problemas locais. A ideia é discutir política em sentido amplo, falar de temas como desenvolvimento e desigualdade e treinar jovens para que eles desenvolvam características de um líder: solucionar problemas e buscar recursos.

“Cada aula será com um especialista, elas serão dinâmicas. Haverá a ajuda de professores para a solução de problema tema de cada aula. Também haverá visitantes com trajetórias parecidas com as dos alunos para servir de inspiração”, diz Rosana.

As aulas serão sempre aos sábados, das 10h30 às 16h30, no Castelinho da Rua Apa, no Centro de São Paulo. Depois de um ano de aulas, os alunos terão mais um ano de tutoria para multiplicar o conhecimento em suas comunidades.O projeto é uma parceria da ONG Clube de Mães do Brasil e é desenvolvido por uma rede autônoma de professores, estudantes e ativistas voluntários.

 

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