Esquema de Assad desviou R$ 71 mi de obra de Serra

Empresário Fernando Cavendish, da Delta, e o operador de propinas Adir Assad podem se tornar réus também em ação penal na Justiça de SP, por suspeitas de fraude de R$ 71,6 milhões envolvendo licitação para o lote 2 da obra de ampliação da marginal do Rio Tietê, em São Paulo; a concorrência, realizada em 2008, durante o governo de José Serra (PSDB-SP), atual chanceler de Michel Temer, foi vencida pelo Consórcio Nova Tietê pelo valor de R$ 287,2 milhões para um contrato de vigência de 15 meses; no entanto, segundo o MP, o total pago ao final pela Dersa foi de R$ 360,3 milhões

Empresário Fernando Cavendish, da Delta, e o operador de propinas Adir Assad podem se tornar réus também em ação penal na Justiça de SP, por suspeitas de fraude de R$ 71,6 milhões envolvendo licitação para o lote 2 da obra de ampliação da marginal do Rio Tietê, em São Paulo; a concorrência, realizada em 2008, durante o governo de José Serra (PSDB-SP), atual chanceler de Michel Temer, foi vencida pelo Consórcio Nova Tietê pelo valor de R$ 287,2 milhões para um contrato de vigência de 15 meses; no entanto, segundo o MP, o total pago ao final pela Dersa foi de R$ 360,3 milhões
Empresário Fernando Cavendish, da Delta, e o operador de propinas Adir Assad podem se tornar réus também em ação penal na Justiça de SP, por suspeitas de fraude de R$ 71,6 milhões envolvendo licitação para o lote 2 da obra de ampliação da marginal do Rio Tietê, em São Paulo; a concorrência, realizada em 2008, durante o governo de José Serra (PSDB-SP), atual chanceler de Michel Temer, foi vencida pelo Consórcio Nova Tietê pelo valor de R$ 287,2 milhões para um contrato de vigência de 15 meses; no entanto, segundo o MP, o total pago ao final pela Dersa foi de R$ 360,3 milhões (Foto: Roberta Namour)

247 - O empresário Fernando Cavendish, da Delta, e o operador de propinas Adir Assad podem se tornar réus também em ação penal na Justiça de SP, por suspeitas de fraude de R$ 71,6 milhões envolvendo licitação no valor de R$ 559,2 milhões para o lote 2 da obra de ampliação da marginal do Rio Tietê, em São Paulo.

A concorrência, realizada em 2008, durante o governo de José Serra (PSDB-SP) - atual chanceler de Michel Temer - foi vencida pelo Consórcio Nova Tietê pelo valor de R$ 287,2 milhões para um contrato de vigência de 15 meses.

No entanto, segundo o Ministério Público estadual, o total pago ao final pela Dersa (empresa controlada pelo governo paulista) foi de R$ 360,3 milhões.

Leia aqui reportagem de André Guilherme Vieira sobre o assunto.

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