Estudante universitária é indiciada por injúria racial em MG

A Polícia Civil indiciou uma aluna envolvida na ocorrência de injúria racial registrada no câmpus de Passos (MG) da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg); o caso aconteceu em outubro do ano passado, quando, ao lado de outras duas estudantes, ela teria chamado de "macaca" uma funcionária do setor de limpeza; o inquérito segue para a apreciação do Ministério Público que poderá oferecer denúncia

A Polícia Civil indiciou uma aluna envolvida na ocorrência de injúria racial registrada no câmpus de Passos (MG) da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg); o caso aconteceu em outubro do ano passado, quando, ao lado de outras duas estudantes, ela teria chamado de "macaca" uma funcionária do setor de limpeza; o inquérito segue para a apreciação do Ministério Público que poderá oferecer denúncia
A Polícia Civil indiciou uma aluna envolvida na ocorrência de injúria racial registrada no câmpus de Passos (MG) da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg); o caso aconteceu em outubro do ano passado, quando, ao lado de outras duas estudantes, ela teria chamado de "macaca" uma funcionária do setor de limpeza; o inquérito segue para a apreciação do Ministério Público que poderá oferecer denúncia (Foto: Leonardo Lucena)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Minas 247 - A Polícia Civil indiciou, nesta quarta-feira (6), uma aluna envolvida na ocorrência de injúria racial registrada no câmpus de Passos (MG) da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg). O caso aconteceu em outubro do ano passado, quando, ao lado de outras duas estudantes, ela teria chamado de "macaca" uma funcionária do setor de limpeza.

O inquérito segue para a apreciação do Ministério Público que poderá oferecer denúncia. As três alunas envolvidas são do curso de administração. A ofensa teria ocorrido quando três funcionárias de uma empresa terceirizada limpavam um corredor da universidade na hora do intervalo das aulas.

Dias após o ocorrido, mais de 200 alunos fizeram um protesto nas ruas da cidade. Segundo o delegado Marcos Pimenta, que cuidou do caso, se condenada, a estudante pode pegar até 3 anos de prisão e ainda ter de arcar com uma multa.

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247