Ex-líder do DEM, Mendonça é hostilizado no Recife

Crítico ferrenho ao governo Dilma, o ex­-líder do DEM na Câmara dos Deputados Mendonça Filho (PE) foi hostilizado no Aeroporto de Recife, quando retornava de Brasília; o democrata foi recebido por um grupo de manifestantes com gritos de "golpista" e "oportunista"; o parlamentar reagiu mandando beijos; "Soltei uns beijinhos e disse que eles estavam nervosos porque iam perder as boquinhas", disse; o vice-­líder do governo Dilma, deputado federal Silvio Costa (PTdoB-­PE), que também retornava para a sua base eleitoral, foi recebido pelos mesmos manifestantes com abraços e gritos de "a luta continua"

Crítico ferrenho ao governo Dilma, o ex­-líder do DEM na Câmara dos Deputados Mendonça Filho (PE) foi hostilizado no Aeroporto de Recife, quando retornava de Brasília; o democrata foi recebido por um grupo de manifestantes com gritos de "golpista" e "oportunista"; o parlamentar reagiu mandando beijos; "Soltei uns beijinhos e disse que eles estavam nervosos porque iam perder as boquinhas", disse; o vice-­líder do governo Dilma, deputado federal Silvio Costa (PTdoB-­PE), que também retornava para a sua base eleitoral, foi recebido pelos mesmos manifestantes com abraços e gritos de "a luta continua"
Crítico ferrenho ao governo Dilma, o ex­-líder do DEM na Câmara dos Deputados Mendonça Filho (PE) foi hostilizado no Aeroporto de Recife, quando retornava de Brasília; o democrata foi recebido por um grupo de manifestantes com gritos de "golpista" e "oportunista"; o parlamentar reagiu mandando beijos; "Soltei uns beijinhos e disse que eles estavam nervosos porque iam perder as boquinhas", disse; o vice-­líder do governo Dilma, deputado federal Silvio Costa (PTdoB-­PE), que também retornava para a sua base eleitoral, foi recebido pelos mesmos manifestantes com abraços e gritos de "a luta continua" (Foto: Leonardo Lucena)
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Pernambuco 247 - Crítico ferrenho ao governo Dilma Rousseff (PT), o ex­líder do DEM na Câmara dos Deputados Mendonça Filho (PE) foi hostilizado na tarde desta terça­-feira (19) no Aeroporto de Recife, quando retornava de Brasília. O democrata foi recebido por um grupo de manifestantes com gritos de "golpista" e "oportunista".

Em vídeo gravado pelos próprios participantes do protesto, o parlamentar se aproximou dos manifestantes, que entoaram palavras de ordem e apontam o dedo em direção ao seu rosto. O deputado reagiu mandando beijos aos manifestantes. "Soltei uns beijinhos e disse que eles estavam nervosos porque iam perder as boquinhas", disse Mendonça à Folha de S. Paulo.

Em nota, Mendonça disse que a hostilidade é "choro de derrotado de um projeto de poder corrupto". "Fizeram ameaças, como se eu fosse me intimidar. Isso é choro de derrotado, que vai perder os milhares cargos e benesses, com a derrocada de um projeto de poder autoritário, corrupto e que quebrou o país".

O parlamentar afirmou que foi ameaçado e que pediu para a Infraero imagens do circuito interno do aeroporto para identificar os manifestantes que fizeram a intimidação. "Sou treinado e petralha não me tira do sério", disse. "Eu respeito quem pensa diferente e minha convivência com o PT na Câmara dos Deputados é sempre civilizada, mas não podemos viver em um mundo de intolerância e agressão", complementou.

No fim do vídeo, o vice-­líder do governo Dilma, deputado federal Silvio Costa (PTdoB-­PE), que também retornava para a sua base eleitoral em Recife, foi recebido pelos mesmos manifestantes com abraços e gritos de "a luta continua".

Conforme publicou o 247, Silvio Costa criticou duramente a oposição ao governo Dilma, no domingo (17), em discurso no plenário da Câmara. "Que país é este? 95% desta oposição não têm moral e não têm ética para agredir a presidente Dilma", disse, lembrando que há denúncias contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) relacionadas a Furnas.

Um dia antes, no sábado (16), o parlamentar do PTdoB já havia dito que a renúncia da presidente Dilma seria um "seguro cadeia" para o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB). Costa sugeriu que o impeachment é forma uma de blindar políticos contra as investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

 

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