Ex-senador é condenado a mais de 27 anos de prisão abuso sexual

O ex-deputado estadual e ex-suplente de senador Manoel Alencar Neto, o Nezinho Alencar, foi condenado a 27 anos e 9 meses de reclusão por abusar sexualmente de duas crianças, no começo do ano passado. Na época dos fatos, as vítimas tinham 6 e 9 anos; o réu também teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e está na Casa de Prisão Provisória de Guaraí

O ex-deputado estadual e ex-suplente de senador Manoel Alencar Neto, o Nezinho Alencar, foi condenado a 27 anos e 9 meses de reclusão por abusar sexualmente de duas crianças, no começo do ano passado. Na época dos fatos, as vítimas tinham 6 e 9 anos; o réu também teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e está na Casa de Prisão Provisória de Guaraí
O ex-deputado estadual e ex-suplente de senador Manoel Alencar Neto, o Nezinho Alencar, foi condenado a 27 anos e 9 meses de reclusão por abusar sexualmente de duas crianças, no começo do ano passado. Na época dos fatos, as vítimas tinham 6 e 9 anos; o réu também teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e está na Casa de Prisão Provisória de Guaraí (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O ex-deputado estadual e ex-suplente de senador Manoel Alencar Neto, o Nezinho Alencar, foi condenado a 27 anos e 9 meses de reclusão por abusar sexualmente de duas crianças, no começo do ano passado. Na época dos fatos, as vítimas tinham 6 e 9 anos. O réu também teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e está na Casa de Prisão Provisória de Guaraí.

Por meio da Operação Confiar, a Polícia Federal prendeu Nezinho Alencar e a mulher no dia 23 de janeiro do ano passado, mas ele foi solto depois de pagar uma fiança de R$ 22 mil. A mulher dele foi solta antes, no dia 4 de fevereiro.

O pai das crianças foi o autor da denúncia de abuso sexual. Com o objetivo de provar o crime, ele deixou um celular escondido em uma árvore, antes de sair para trabalhar.

De acordo com o Ministério Público (MP-TO), autor da ação, a condenação foi baseada no vídeo e nos depoimentos das duas vítimas, dos seus pais e de seu irmão, que tinha 11 anos, na época. O MP informou que, em um vídeo de 20 minutos, Manoel Alencar Neto pratica atos libidinosos contra as crianças. Também é registrado o momento em que o réu serve bebida alcoólica às meninas, o que infringe o Estatuto da Criança e do Adolescente.

 

 

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