Feldman: declaração de Agripino enfraquece Aécio

Deputado Walter Feldman (PSB-SP), braço-direito da presidenciável Marina Silva, disse estar surpreso com a declaração de apoio ao PSB do coordenador de campanha do tucano Aécio Neves, senador José Agripino Maia (DEM), no segundo turno: ‘Do ponto de vista da campanha do Aécio, a estratégia me parece equivocada e precoce num momento agudo da disputa. Se eu lá estivesse, não trabalharia nesse sentido’

Deputado Walter Feldman (PSB-SP), braço-direito da presidenciável Marina Silva, disse estar surpreso com a declaração de apoio ao PSB do coordenador de campanha do tucano Aécio Neves, senador José Agripino Maia (DEM), no segundo turno: ‘Do ponto de vista da campanha do Aécio, a estratégia me parece equivocada e precoce num momento agudo da disputa. Se eu lá estivesse, não trabalharia nesse sentido’
Deputado Walter Feldman (PSB-SP), braço-direito da presidenciável Marina Silva, disse estar surpreso com a declaração de apoio ao PSB do coordenador de campanha do tucano Aécio Neves, senador José Agripino Maia (DEM), no segundo turno: ‘Do ponto de vista da campanha do Aécio, a estratégia me parece equivocada e precoce num momento agudo da disputa. Se eu lá estivesse, não trabalharia nesse sentido’ (Foto: Roberta Namour)

247 – A precoce declaração de apoio do coordenador de campanha do tucano Aécio Neves, senador José Agripino Maia (DEM), a Marina Silva, do PSB, no segundo turno, causou saia-justa ao PSDB. 

O presidente do DEM disse que o objetivo maior da oposição é derrotar o PT, e que portanto, a tendência seria apoiar Marina se ela for para o segundo turno.

Após a repercussão negativa, o senador se retratou em mensagem no Twitter: "Todo o esforço que os partidos que apoiam a candidatura de Aécio realizam neste momento se volta para levá-lo ao segundo turno e temos a convicção de que nele estaremos. Alianças para o 2o turno serão discutidas quando o 2o turno vier", escreveu.

O deputado Walter Feldman (PSB-SP), coordenador-adjunto da campanha de Marina, disse estar surpreso com a declaração de Agripino:

‘Do ponto de vista da campanha do Aécio, a estratégia me parece equivocada e precoce num momento agudo da disputa. Não nego que ouvi isso como muita surpresa. Se eu lá estivesse, não trabalharia nesse sentido. Não há um 'já ganhou'. Vamos apanhar muito ainda. Não podemos ter um tipo de rejeição a esse tipo de apoio político [conforme declaração de Agripino Maia]. Isso não significa governar, compor, discutir programa. Isso, se estivermos no segundo turno, vamos discutir’.

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