Foram as críticas, e não o puxa-saquismo, que ajudaram Neymar a melhorar na Copa

Mário Magalhães também relata, no Intercept Brasil, que a "ascensão de Neymar na Rússia renova uma velha lição, não exclusiva do futebol: críticas costumam ser mais úteis para quem quer melhorar do que o puxa-saquismo incapaz de apontar erros e estimular correções"

Foram as críticas, e não o puxa-saquismo, que ajudaram Neymar a melhorar na Copa
Foram as críticas, e não o puxa-saquismo, que ajudaram Neymar a melhorar na Copa (Foto: Carlos García - Reuters)

Por Mário Magalhães, no Intercept Brasil - Quase ninguém de ser criticado, e Neymar não foge à regra. Depois do segundo jogo da Copa, ele postou uma mensagem furibunda no Instagram: “Nem todos sabem o que eu passei para chegar até aqui, falar até papagaio fala, agora fazer… poucos fazem!! O choro é de alegria, de superação, de garra e vontade de vencer. Na minha vida as coisas nunca foram fáceis, não seria agora, né!!! O sonho continua, sonho não… OBJETIVO! Parabéns pela partida rapaziada, vocês são FODA”.

A seleção acabara de derrotar a Costa Rica por 2 a 0, e Neymar fizera um gol. Assim que a partida terminou, as câmeras não se detiveram em Philippe Coutinho, que abrira o placar e seria escolhido o melhor do jogo. E sim no atacante do PSG, que chorava em campo.

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