Geddel: 'Quem tiver podre que se exploda'

Secretário nacional do PMDB e presidente do partido na Bahia, o ex-ministro Geddel Vieira Lima aposta que o fato de dois dos líderes maiores da legenda, os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Eduardo Cunha, estarem sendo investigados na Operação Lava Jato não vai manchar a imagem do partido; "Investigado não é condenado. Eles terão que dar suas explicações individuais. Se ao cabo alguém for condenado, terá a minha solidariedade do ponto de vista humano. Do ponto de vista político, quem tiver podre que se exploda"

Secretário nacional do PMDB e presidente do partido na Bahia, o ex-ministro Geddel Vieira Lima aposta que o fato de dois dos líderes maiores da legenda, os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Eduardo Cunha, estarem sendo investigados na Operação Lava Jato não vai manchar a imagem do partido; "Investigado não é condenado. Eles terão que dar suas explicações individuais. Se ao cabo alguém for condenado, terá a minha solidariedade do ponto de vista humano. Do ponto de vista político, quem tiver podre que se exploda"
Secretário nacional do PMDB e presidente do partido na Bahia, o ex-ministro Geddel Vieira Lima aposta que o fato de dois dos líderes maiores da legenda, os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Eduardo Cunha, estarem sendo investigados na Operação Lava Jato não vai manchar a imagem do partido; "Investigado não é condenado. Eles terão que dar suas explicações individuais. Se ao cabo alguém for condenado, terá a minha solidariedade do ponto de vista humano. Do ponto de vista político, quem tiver podre que se exploda" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Secretário nacional do PMDB e presidente do partido na Bahia, o ex-ministro Geddel Vieira Lima aposta que o fato de dois dos líderes maiores da legenda, os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Eduardo Cunha, estarem sendo investigados na Operação Lava Jato não vai manchar a imagem do partido perante a opinião pública.

"Investigado não é condenado. Eles terão que dar suas explicações individuais. Se ao cabo alguém for condenado, terá a minha solidariedade do ponto de vista humano. Do ponto de vista político, quem tiver podre que se exploda", disse Geddel ao jornal A Tarde neste domingo (8).

Ele joga o ônus da Lava Jato no colo do PT, ao avaliar as consequências da operação para o cenário político. "Na época do Bolsa família e dos programas sociais, o PT colheu o bônus. Agora, com a corrupção, vai sofrer o ônus".

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