Gleisi: o caminho é a greve geral

A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou que o caminho para barrar o golpe e o estado de exceção é a greve geral; a declaração dela foi dada na abertura do “Diálogos internacionais sobre democracia”, em Porto Alegre; o posicionamento de Gleisi acontece dois dias antes do julgamento do ex-presidente Lula no TRF4, com sede em Porto Alegre, no processo envolvendo o tripléx no Guarujá, em que o petista foi condenado sem provas pelo juiz federal Sergio Moro

A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou que o caminho para barrar o golpe e o estado de exceção é a greve geral; a declaração dela foi dada na abertura do “Diálogos internacionais sobre democracia”, em Porto Alegre; o posicionamento de Gleisi acontece dois dias antes do julgamento do ex-presidente Lula no TRF4, com sede em Porto Alegre, no processo envolvendo o tripléx no Guarujá, em que o petista foi condenado sem provas pelo juiz federal Sergio Moro
A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou que o caminho para barrar o golpe e o estado de exceção é a greve geral; a declaração dela foi dada na abertura do “Diálogos internacionais sobre democracia”, em Porto Alegre; o posicionamento de Gleisi acontece dois dias antes do julgamento do ex-presidente Lula no TRF4, com sede em Porto Alegre, no processo envolvendo o tripléx no Guarujá, em que o petista foi condenado sem provas pelo juiz federal Sergio Moro (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Blog do Esmael - A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou que o caminho para barrar o golpe e o estado de exceção é a greve geral. A declaração dela foi dada na abertura do “Diálogos internacionais sobre democracia”, nesta segunda-feira (22), em Porto Alegre.

“O caminho é a greve geral”, disse a dirigente petista no evento promovido pelas fundações partidárias do PT (Perseu Abramo) e do PCdoB (Maurício Grabois).

O posicionamento de Gleisi acontece dois dias antes do julgamento do ex-presidente Lula no TRF4, com sede em Porto Alegre, no processo envolvendo o tripléx no Guarujá, em que o petista foi condenado sem provas pelo juiz federal Sergio Moro. Inclusive, quando o Ministério Público Federal denunciou Lula, em setembro de 2016, um dos procuradores, Henrique Pozzobon admitiu não existir "prova cabal" de que o petista é "proprietário no papel" do tripléx. 

O ex-presidente já havia publicado no site do Instituto Lula um dossiê completo em que disponibiliza todos os documentos referentes ao apartamento. Foram publicados seus contratos com a Bancoop, sua declaração de Imposto de Renda, a declaração de bens ao Tribunal Superior Eleitoral e os contratos que compravam a desistência da ex-primeira-dama Marisa Letícia em continuar com o imóvel (veja aqui).

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