Goiás terá gestão mais enxuta entre Estados

Reportagem da Folha de S.Paulo destaca a reforma administrativa implantada pelo governador Marconi Perillo que corta de 16 para 10 o número de secretarias e ainda acaba com cerca de 15 mil cargos comissionados e temporários; reportagem ressalta que Goiás passa a ter a estrutura mais enxuta do País; "Alguns defendem o Estado máximo e outros, o Estado mínimo. Minha proposta é a do Estado necessário. Teremos uma máquina enxuta e espero que sirva de exemplo para o Brasil", disse Marconi no anúnico da reforma

Goiás terá gestão mais enxuta entre Estados
Goiás terá gestão mais enxuta entre Estados (Foto: Wesley Costa)
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Goiás 247 - As reformas administrativas colocadas em práticas pelos governadores eleitos e reeleitos foram motivo de reportagem da Folha de S.Paulo deste sábado. Em destaque está o corte de secretarias e o enxugamento da máquina pública diante do "cenário de aperto financeiro dos próximos anos".

A nova proposta de gestão do governador Marconi Perillo (PSDB) está na matéria, que ressalta o corte de 16 para apenas 10 secretarias em Goiás, passando a ter a "estrutura mais enxuta entre os Estados". A reforma administrativa de Marconi teve sua primeira etapa concluída e a segunda fase está em execução.

"Na nova estrutura, o Estado terá supersecretarias, como, por exemplo, a de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuária e Irrigação", diz a matéria da Folha. O vice-governador José Eliton será o comandante desta pasta e foi anunciado por Marconi como o primeiro integrante do novo governo.

O texto da Folha de S.Paulo aborda que o corte de pessoal também é essencial para que os Estados acertem suas contas. A matéria afirma que em Goiás 5 mil comissionados serão exonerados e outros 9,5 mil cargos temporários extintos.

Quando anunciou a reforma, Marconi disse que Goiás estava dando exemplo ao País ao promover mudanças profundas na gestão. O governador revelou que os cortes também vão atingir gastos com telefone, café, materiais de escritório e de limpeza; tudo em nome de um "gasto racional".

“Alguns defendem o Estado máximo e outros, o Estado mínimo. Minha proposta é a do Estado necessário. Nós teremos uma máquina enxuta e espero que sirva de exemplo para o Brasil. Estamos cortando na carne para que tenhamos um Estado compatível com a nova realidade do País. Nós teremos uma máquina enxuta e espero que sirva de exemplo para o Brasil", disse o governador no anúncio da reforma, em novembro.

 

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