Governo do RS não terá condições de pagar hospitais e prefeituras

O governo do Estado do Rio Grande do Sul informou que, pela primeira vez, não terá condições de efetuar o pagamento dos hospitais e municípios, apesar das determinações judiciais referentes às ações ajuizadas, que totalizam R$ 70 milhões; nenhum dos 700 hospitais do estado receberá dinheiro do tesouro estadual; secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis foi taxativo: “Daqui pra frente as coisas só vão piorar”

O governo do Estado do Rio Grande do Sul informou que, pela primeira vez, não terá condições de efetuar o pagamento dos hospitais e municípios, apesar das determinações judiciais referentes às ações ajuizadas, que totalizam R$ 70 milhões; nenhum dos 700 hospitais do estado receberá dinheiro do tesouro estadual; secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis foi taxativo: “Daqui pra frente as coisas só vão piorar”
O governo do Estado do Rio Grande do Sul informou que, pela primeira vez, não terá condições de efetuar o pagamento dos hospitais e municípios, apesar das determinações judiciais referentes às ações ajuizadas, que totalizam R$ 70 milhões; nenhum dos 700 hospitais do estado receberá dinheiro do tesouro estadual; secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis foi taxativo: “Daqui pra frente as coisas só vão piorar” (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O governo do Estado do Rio Grande do Sul informou que, pela primeira vez, não terá condições de efetuar o pagamento dos hospitais e municípios, apesar das determinações judiciais referentes às ações ajuizadas, que totalizam R$ 70 milhões. Nenhum dos 700 hospitais do estado receberá dinheiro do tesouro estadual.

De acordo com o secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, “desde janeiro de 2015 isto não havia acontecido. Pela primeira vez neste governo não conseguimos pagar hospitais e municípios. Desta forma fica inviabilizado o funcionamento dos hospitais e das prefeituras, isso prejudica todo o sistema”. Seu relato foi publicado no Correio do Povo.

“Mágica a gente não consegue fazer, a gente tem feito o possível para administrar. Esperávamos pagar sexta-feira e não foi possível. Agora a determinação é efetuar o pagamento depois de quitar a folha do funcionalismo, quando começam a entrar recursos novamente”, disse.

Sobre o não pagamento dos recursos do tesouro do Estado, o titular da pasta foi taxativo: “Daqui pra frente as coisas só vão piorar”.

Somente para atender as determinações judiciais, a SES repassa R$ 70 milhões para 71 prefeituras e 64 hospitais que ajuizaram ações contra o Estado. Deste total, R$ 50 milhões são destinados para o pagamento dos incentivos hospitalares e R$ 20 milhões para os programas municipais na área da Saúde.

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