Graça: foi erro dizer que Rnest custaria US$ 2,5 bi

Ex-presidente da Petrobras Maria das Graças Foster disse que a empresa cometeu um erro ao divulgar o valor inicial da refinaria Abreu e Lima (Rnest) como sendo de US$ 2,5 bilhões; a refinaria, construída no Complexo de Suape, no Grande Recife, acabou custando US$ 18 bilhões; essa é a quinta vez que a ex-dirigente vai ao Congresso explicar denúncias contra a estatal

Ex-presidente da Petrobras Maria das Graças Foster disse que a empresa cometeu um erro ao divulgar o valor inicial da refinaria Abreu e Lima (Rnest) como sendo de US$ 2,5 bilhões; a refinaria, construída no Complexo de Suape, no Grande Recife, acabou custando US$ 18 bilhões; essa é a quinta vez que a ex-dirigente vai ao Congresso explicar denúncias contra a estatal
Ex-presidente da Petrobras Maria das Graças Foster disse que a empresa cometeu um erro ao divulgar o valor inicial da refinaria Abreu e Lima (Rnest) como sendo de US$ 2,5 bilhões; a refinaria, construída no Complexo de Suape, no Grande Recife, acabou custando US$ 18 bilhões; essa é a quinta vez que a ex-dirigente vai ao Congresso explicar denúncias contra a estatal (Foto: Leonardo Lucena)

Agência Câmara - A ex-presidente da Petrobras Maria das Graças Foster disse há pouco que a empresa cometeu um erro ao divulgar o valor inicial da refinaria Abreu e Lima (Rnest) como sendo de 2,5 bilhões de dólares. A refinaria, construída em Pernambuco, acabou custando 18 bilhões de dólares.

Ao responder pergunta do deputado Carlos Marun (PMDB-MS), durante depoimento na CPI da Petrobras, Graça Foster disse que a diferença entre a previsão inicial e o custo final da refinaria foi causado pela falta de um projeto básico confiável. O projeto foi alterado ao longo do processo de construção, o que motivou seguidos aditivos contratuais.

"A previsão inicial correta seria um custo de cerca de 14 bilhões de dólares", disse a ex-presidente da estatal. Ela admitiu como razoável uma margem de diferença de preço de 20% acima do valor previsto em contratações. "Dá para trabalhar com margens menores que essa desde que haja um projeto básico realista", disse ela.

Essa é a quinta vez que Graça Foster vem ao Congresso explicar irregularidades na Petrobras.

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