Haddad impediu saída de Maluf da lista da Interpol

Um sonoro não da prefeitura paulista frustrou os planos dos advogados do deputado pepista, então aliado e que decidiu votar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PP); comunicações oficiais feitas no processo que corre na Promotoria de Nova York mostram que advogados da família Maluf tentaram, sem sucesso, convencer o município a receber depois uma dívida de US$ 22 milhões relativa a desvios de quando o político administrava a cidade; Haddad quer estes e outros US$ 25 milhões ainda este ano

Um sonoro não da prefeitura paulista frustrou os planos dos advogados do deputado pepista, então aliado e que decidiu votar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PP); comunicações oficiais feitas no processo que corre na Promotoria de Nova York mostram que advogados da família Maluf tentaram, sem sucesso, convencer o município a receber depois uma dívida de US$ 22 milhões relativa a desvios de quando o político administrava a cidade; Haddad quer estes e outros US$ 25 milhões ainda este ano
Um sonoro não da prefeitura paulista frustrou os planos dos advogados do deputado pepista, então aliado e que decidiu votar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PP); comunicações oficiais feitas no processo que corre na Promotoria de Nova York mostram que advogados da família Maluf tentaram, sem sucesso, convencer o município a receber depois uma dívida de US$ 22 milhões relativa a desvios de quando o político administrava a cidade; Haddad quer estes e outros US$ 25 milhões ainda este ano (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - Um grande não da prefeitura paulistana do petista e ex-aliado Fernando Haddad impediu que deputado federal progressista Paulo Maluf deixasse a lista de procurados da Interpol. Segundo  o Painel da Folha, comunicações oficiais feitas no processo que corre na Promotoria de Nova York mostram que advogados da família Maluf tentaram, sem sucesso, convencer o município a receber depois uma dívida de US$ 22 milhões relativa a desvios de quando o político administrava a cidade.

O acordo, diz o jornal, abriria espaço para suspender o alerta vermelho. Em um dos trechos do processo, obtido pela coluna, um advogado ligado à família Maluf pede para a prefeitura “persuadir” as autoridades americanas. Procurado, Haddad não quis comentar “assunto sigiloso”; Maluf disse não estar “a par”. O município espera receber este ano outros US$ 25 milhões.

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