Inflação para famílias de baixa renda tem alta de 0,67% em maio

Em todo o país, o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou 0,67% em maio; segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV); taxa é superior ao 0,11% de abril.; IPC-C1 acumula taxa de 3,47% em 12 meses

08/06/2015- Gastos do brasileiro crescerão em ritmo menor até 2019, mostra estudo. Lazer e bebidas não alcoólicas terão o menor aumento no consumo.
Despesas anuais devem crescer 7%, contra média de 11% no passado.
08/06/2015- Gastos do brasileiro crescerão em ritmo menor até 2019, mostra estudo. Lazer e bebidas não alcoólicas terão o menor aumento no consumo. Despesas anuais devem crescer 7%, contra média de 11% no passado. (Foto: Paulo Emílio)

Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil - Em todo o país, o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou 0,67% em maio. A taxa é superior ao 0,11% de abril. O indicador também ficou acima do Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que fechou em 0,52% em maio.

Os dados foram divulgados hoje (6), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O IPC-C1 acumula taxa de 3,47% em 12 meses. A taxa acumulada é inferior ao anotado pelo IPC-BR, cujo variação em 12 meses chega a 4,05%.

Cinco itens puxam inflação

O avanço da taxa entre abril e maio foi puxado por cinco das oito classes de despesa avaliadas pela FGV: habitação (cuja taxa subiu -1% para 2,19%), vestuário (de -0,65% para 0,52%), transportes (de 0,12% para 0,31%), despesas diversas (de 0,02% para 0,26%) e educação, leitura e recreação (de -0,02% para 0,15%).

Por outro lado, três grupos tiveram queda na taxa: alimentação (de 0,71% para -0,29%), saúde e cuidados pessoais (de 1,27% para 0,81%) e comunicação (de 0,58% para 0,21%).

 

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