Início de operações da Rnest pode atrasar

O início das operações da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) em Pernambuco poderá sofrer um novo atraso em seu cronograma. A razão está no fato da Petrobras ter entregue a documentação necessária ao licenciamento ambiental à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) somente esta semana; como a CPRH pode levar até 90 dias para expedir a licença, existe o temor de que o início das operações de refino sejam postergadas mais uma vez; A obra contabiliza cerca de quatro anos de atraso em relação ao seu cronograma inicial.  

O início das operações da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) em Pernambuco poderá sofrer um novo atraso em seu cronograma. A razão está no fato da Petrobras ter entregue a documentação necessária ao licenciamento ambiental à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) somente esta semana; como a CPRH pode levar até 90 dias para expedir a licença, existe o temor de que o início das operações de refino sejam postergadas mais uma vez; A obra contabiliza cerca de quatro anos de atraso em relação ao seu cronograma inicial.
 
O início das operações da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) em Pernambuco poderá sofrer um novo atraso em seu cronograma. A razão está no fato da Petrobras ter entregue a documentação necessária ao licenciamento ambiental à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) somente esta semana; como a CPRH pode levar até 90 dias para expedir a licença, existe o temor de que o início das operações de refino sejam postergadas mais uma vez; A obra contabiliza cerca de quatro anos de atraso em relação ao seu cronograma inicial.   (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O início das operações da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) em Pernambuco poderá sofrer um novo atraso em seu cronograma. A razão está no fato da Petrobras ter entregue a documentação necessária ao licenciamento ambiental à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) somente esta semana. Como a CPRH pode levar até 90 dias para expedir a licença, existe o temor de que o início das operações de refino sejam postergadas mais uma vez. A obra contabiliza cerca de quatro anos de atraso em relação ao seu cronograma inicial.

Nesta quinta-feira estava prevista a chegada do navio petroleiro Elka Aristotle, carregado com 60 mil toneladas de óleo bruto e outras 6 mil toneladas de blend de petróleo, vindo de Guarmaré (RN). O acostamento, porém, foi adiado para a próxima sexta-feira. As razões para a postergação não foram esclarecidas.

A expectativa atual é que as operações comerciais da Rnest sejam iniciadas em novembro, quando o primeiro trem – primeira linha de produção - deverá estar em pleno funcionamento. O segundo trem deverá entrar em atividade somente em maio do próximo ano. Quando estiver operando a pleno vapor, a refinaria terá capacidade diária para processar 230 mil barris de petróleo, que serão voltados à produção de óleo diesel, gasolina, coque, nafta, querosene e gás de cozinha.

Além do risco de atraso por conta do licenciamento ambiental, o empreendimento também espera a realização da dragagem do canal de acesso necessária para o acostamento de navios de grande porte, tipo Suezmax. Este serviço, porém está travado junto a Secretaria Especial de Portos, em Brasília em função do aumento dos custos da dragagem, já que foram encontradas rochas no leito marinho que precisam ser implodidas para a execução dos serviços. A expectativa é que estes recursos só cheguem em 2015.

 

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