João: 'na verdade, eu não fiz muito pouco' em Aracaju

Ao fazer um balanço dos três anos de sua gestão em Aracaju, o prefeito João Alves Filho (DEM) nega que tenha poucos resultados a apresentar à população; "Na verdade eu não fiz muito pouco. Conversando com meus colegas prefeitos de outros estados, ficaram surpreendidos com o que avançamos. Agora, não devemos ficar subjulgados a questão de publicidade, de divulgação. Nós temos muito o que mostrar", disse; ao ser questionado de zero a dez qual nota daria a sua administração nesses três anos de governo, disse: "Essa nota não deve ser dada por mim, pois sou suspeito. Quem deve dar é o povo. E é nesse povo que confio"; ele não confirma ainda se irá disputar a reeleição: "Isso é uma conjectura"

Ao fazer um balanço dos três anos de sua gestão em Aracaju, o prefeito João Alves Filho (DEM) nega que tenha poucos resultados a apresentar à população; "Na verdade eu não fiz muito pouco. Conversando com meus colegas prefeitos de outros estados, ficaram surpreendidos com o que avançamos. Agora, não devemos ficar subjulgados a questão de publicidade, de divulgação. Nós temos muito o que mostrar", disse; ao ser questionado de zero a dez qual nota daria a sua administração nesses três anos de governo, disse: "Essa nota não deve ser dada por mim, pois sou suspeito. Quem deve dar é o povo. E é nesse povo que confio"; ele não confirma ainda se irá disputar a reeleição: "Isso é uma conjectura"
Ao fazer um balanço dos três anos de sua gestão em Aracaju, o prefeito João Alves Filho (DEM) nega que tenha poucos resultados a apresentar à população; "Na verdade eu não fiz muito pouco. Conversando com meus colegas prefeitos de outros estados, ficaram surpreendidos com o que avançamos. Agora, não devemos ficar subjulgados a questão de publicidade, de divulgação. Nós temos muito o que mostrar", disse; ao ser questionado de zero a dez qual nota daria a sua administração nesses três anos de governo, disse: "Essa nota não deve ser dada por mim, pois sou suspeito. Quem deve dar é o povo. E é nesse povo que confio"; ele não confirma ainda se irá disputar a reeleição: "Isso é uma conjectura" (Foto: Valter Lima)

247 - Ao fazer um balanço dos três anos de sua gestão em Aracaju, o prefeito João Alves Filho (DEM) nega que tenha poucos resultados a apresentar à população. Entrevistado pela jornalista Rita Oliveira, do Jornal do Dia, o diagnóstico do demista é positivo, mas se recusa a dar uma nota ao seu trabalho na Prefeitura da capital.

"Na verdade eu não fiz muito pouco. Conversando com meus colegas prefeitos de outros estados, ficaram surpreendidos com o que avançamos. Agora, não devemos ficar subjulgados a questão de publicidade, de divulgação. Nós temos muito o que mostrar. Recentemente tivemos convite para falar com organização empresarial que reúne todo o fórum empresarial. Quando juntamos ficamos surpreendidos de ver os itens. Agora, essas obras em baixo do chão ninguém valoriza, que são obras de saneamento e esgoto. A ONS diz que para cada um dólar investido em obras feitas debaixo do chão há uma economia de quatro dólares em saúde pública. Essas coisas a população não percebe, mas nós temos trabalhado muito nisso", disse.

Ao ser questionado de zero a dez qual nota daria a sua administração nesses três anos de governo, disse: "Essa nota não deve ser dada por mim, pois sou suspeito. Quem deve dar é o povo. E é nesse povo que confio".

 O prefeito não confira ainda se será candidato à reeleição. "Não sei se vou disputar a reeleição. Isso é uma conjectura. Ser prefeito é uma coisa difícil. A Maria sempre disse que quando eu não tiver um desafio vai comprar um vestido de luto por saber que vou morrer. Ela diz que sou movido a adrenalina, a um desafio. Me angustia porque o governo está tirando as condições das prefeituras sobreviverem, mas acho que isso não me leva a ficar deprimido e desestimulado. Sou uma pessoa que faço questão de estar sempre na luta. Então, ainda este ano estamos com duas esperanças e expectativas que vão dar um certo alento em dezembro, que vai ser um presente de papai Noel", afirmou.

Ele, no entanto, não nega que vem conversando sobre as eleições 2016. "Política é uma agremiação solidária. Você não pode fazer política pensando no individuo. Tem de ter pessoas em torno de você. Gosto sempre de estar solidário aos colegas e amigos, as pessoas que pensam pelo bem do estado", ressalta.

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