Jupiara: momento exige muita luta para avançar nos direitos dos negros

A histórica militante do movimento negro Jupiara Castro, única mulher fundadora do Núcleo de Consciência Negra da Universidade de São Paulo (USP,) participou do programa "Por que Feministas?" e comentou sobre o atual cenário brasileiro; "Nessa situação onde o país encontra-se completamente fechado, temos que pegar pela raiz o anseio da liberdade", destaca; Assista a íntegra da entrevista com Jupiara Castro 

A histórica militante do movimento negro Jupiara Castro, única mulher fundadora do Núcleo de Consciência Negra da Universidade de São Paulo (USP,) participou do programa "Por que Feministas?" e comentou sobre o atual cenário brasileiro; "Nessa situação onde o país encontra-se completamente fechado, temos que pegar pela raiz o anseio da liberdade", destaca; Assista a íntegra da entrevista com Jupiara Castro 
A histórica militante do movimento negro Jupiara Castro, única mulher fundadora do Núcleo de Consciência Negra da Universidade de São Paulo (USP,) participou do programa "Por que Feministas?" e comentou sobre o atual cenário brasileiro; "Nessa situação onde o país encontra-se completamente fechado, temos que pegar pela raiz o anseio da liberdade", destaca; Assista a íntegra da entrevista com Jupiara Castro  (Foto: Lais Gouveia)

TV 247- O programa "Por que Feministas", apresentado pela ativista Isa Penna (PSOL-SP) recebeu nesta quarta-feira (18) a histórica militante do movimento negro Jupiara Castro, única mulher fundadora do Núcleo de Consciência Negra da Universidade de São Paulo (USP). O programa destacou sua história, além dos desafios e perspectivas de luta do movimento negro. 

Jupiara ingressou na USP em 1986 como atendente de enfermagem e, antes de ter sido efetivada como técnica administrativa, já participava de greves no local. Em um evento oficial da universidade para discutir os 100 anos da abolição da escravatura, estudantes e funcionários negros não foram convidados para participarem da mesa, gerando, em 1983, um seminário paralelo para debater a abolição da escravatura, que contou com a presença de pesquisadores e ativistas. 

Um dos desdobramentos desse seminário foi a criação do Núcleo de consciência negra da USP, em 1988. 

Indagada sobre a conjuntura do movimento negro, Jupiara destaca que, em um contexto de golpe de Estado, as conquistas só avançarão por consequência de muita luta. "Nessa situação onde o país encontra-se completamente fechado, temos que pegar pela raiz o anseio da liberdade", destaca. 

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