Justiça adia interrogatório e permite que Lula mantenha caravana

Acatando pedido da defesa do ex-presidente, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da Justiça Federal de Brasília, adiou para o dia 3 e novembro o depoimento de Lula em processo da Operação Zelotes; na data anterior, de 30 de outubro, está agendado o ato de encerramento da caravana por Minas Gerais, em Belo Horizonte; com o adiamento, Lula não precisará interromper a viagem

Acatando pedido da defesa do ex-presidente, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da Justiça Federal de Brasília, adiou para o dia 3 e novembro o depoimento de Lula em processo da Operação Zelotes; na data anterior, de 30 de outubro, está agendado o ato de encerramento da caravana por Minas Gerais, em Belo Horizonte; com o adiamento, Lula não precisará interromper a viagem
Acatando pedido da defesa do ex-presidente, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da Justiça Federal de Brasília, adiou para o dia 3 e novembro o depoimento de Lula em processo da Operação Zelotes; na data anterior, de 30 de outubro, está agendado o ato de encerramento da caravana por Minas Gerais, em Belo Horizonte; com o adiamento, Lula não precisará interromper a viagem (Foto: Charles Nisz)

Minas 247 - O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da Justiça Federal de Brasília, acatou pedido da defesa do ex-presidente Lula para adiar seu depoimento em processo da Operação Zelotes.

O ex-presidente abriu na noite desta segunda-feira 23 sua caravana pelo Estado de Minas Gerais. O depoimento estava marcado para o dia 30 de outubro, data em que está agendado o ato de encerramento da viagem, em Belo Horizonte. Agora com o adiamento, o interrogatório acontecerá no dia 3 de novembro.

Em dezembro de 2016, a Justiça Federal de Brasília aceitou denúncia do Ministério Público Federal acusando Lula de interferir na compra de 36 caças do modelo Gripen, da Saab, pelo governo brasileiro e na prorrogação de incentivos fiscais destinados a montadoras de veículos por meio da MP (Medida Provisória) 627. Os casos ocorreram entre 2013 e 2015, quando Lula já não era presidente.

Segundo a defesa, a denúncia do MPF é "mais uma acusação frívola contra o ex-presidente e seus familiares" e que "faz parte de uma tática de tentar desconstruir a imagem de Lula e de prejudicar a sua atuação política".

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