Justiça defere pedido contra greve em hospitais da Fhemig

O TJ-MG deferiu pedido da AGE e determinou o impedimento à deflagração da greve iniciada pelos servidores da Fundação Hospital de Minas Gerais (Fhemig) em Belo Horizonte; de acordo com a Fhemig, impede a continuidade da greve em setores que prestam atendimento de urgência e emergência; de acordo com o presidente da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospital de Minas Gerais (Asthemg), Carlos Martins, não há prejuízo no atendimento nestes setores, e a paralisação será mantida; os trabalhadores reivindicam melhorias das condições de trabalho e recomposição salarial referente aos últimos quatro anos

O TJ-MG deferiu pedido da AGE e determinou o impedimento à deflagração da greve iniciada pelos servidores da Fundação Hospital de Minas Gerais (Fhemig) em Belo Horizonte; de acordo com a Fhemig, impede a continuidade da greve em setores que prestam atendimento de urgência e emergência; de acordo com o presidente da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospital de Minas Gerais (Asthemg), Carlos Martins, não há prejuízo no atendimento nestes setores, e a paralisação será mantida; os trabalhadores reivindicam melhorias das condições de trabalho e recomposição salarial referente aos últimos quatro anos
O TJ-MG deferiu pedido da AGE e determinou o impedimento à deflagração da greve iniciada pelos servidores da Fundação Hospital de Minas Gerais (Fhemig) em Belo Horizonte; de acordo com a Fhemig, impede a continuidade da greve em setores que prestam atendimento de urgência e emergência; de acordo com o presidente da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospital de Minas Gerais (Asthemg), Carlos Martins, não há prejuízo no atendimento nestes setores, e a paralisação será mantida; os trabalhadores reivindicam melhorias das condições de trabalho e recomposição salarial referente aos últimos quatro anos (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O Tribunal de Justiça (TJ-MG) deferiu pedido da Advocacia-Geral do Estado (AGE) e determinou o impedimento à deflagração da greve iniciada nessa sexta-feria (22) pelos servidores da Fundação Hospital de Minas Gerais (Fhemig) em Belo Horizonte. De acordo com a Fhemig, impede a continuidade da greve em setores que prestam atendimento de urgência e emergência. A Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospital de Minas Gerais (Asthemg) foi notificada da decisão na tarde desta sexta-feira (23). De acordo com o presidente Carlos Martins, não há prejuízo no atendimento nestes setores, e a paralisação será mantida. Os trabalhadores reivindicam melhorias das condições de trabalho e recomposição salarial referente aos últimos quatro anos. 

Na decisão, o desembargador fixou "impedimento à deflagração da greve pelos servidores da Fhemig, do quadro de pessoal nas Unidades de Terapia Intensiva e nos Centros de Tratamento Intensivo, nas Unidades de Emergência/Urgência, nos blocos cirúrgicos, no pronto atendimento, alojamento conjunto e bloco obstetrício das maternidades e de, pelo menos, 50% do quadro de pessoal nos demais locais de trabalho dos hospitais bem como para que se abstenha de coagir servidores que assumiram seu plantão a abandoná-los, até o julgamento definitivo da presente demanda".

A Asthemg informou que, na segunda-feira (26), entrará com um recurso na Justiça solicitando uma reunião de conciliação. O sindicato também pedirá que a Fhemig seja notificada a atender as reivindicações dos grevistas. A associação afirmou que está mantendo 100% do quadro de funcionários em áreas de urgência, em que a suspensão do atendimento colocaria em risco a vida do paciente, como em UTI, CTI e bloco obstetrício de maternidade. Os relatos foram publicados no Estado de Minas.

"A notificação do juiz não impede a continuidade da greve. O que o juiz pede, nós já estávamos fazendo, que é garantir atendimento em casos de risco de vida para os pacientes e a assistência dos pacientes já internados", disse Carlos Martins. 

O desembargador afirma que a paralisação dos servidores da área da saúde causará inúmeros transtornos e determina o cumprimento imediato da decisão, sob pena de pagamento de multa diária, no valor de R$ 100 mil.

 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247