Lacerda sobre impeachment: O que o país vai ganhar com isso?

Prefeito de Belo Horizonte, um dos articuladores do manifesto de prefeitos contra o golpe, que será entregue à presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira 14, disse que "não acredita que o impeachment vai resolver o problema" do País; "Pergunto: pra quê? O que o país vai ganhar com isso? Qual o custo que o país vai ter? O que o país precisa?", questionou Marcio Lacerda (PSB); para ele, o melhor caminho seria Dilma sair do PT

20/06/2013. CrÈdito: Leandro Couri/EM/D.A Press. Brasil. Belo Horizonte - MG. Prefeito de Belo Horizonte, M·rcio Lacerda, concede coletiva ‡ imprensa sobre a diminuiÁ„o dos preÁos das passagens de Ùnibus coletivo na cidade.
20/06/2013. CrÈdito: Leandro Couri/EM/D.A Press. Brasil. Belo Horizonte - MG. Prefeito de Belo Horizonte, M·rcio Lacerda, concede coletiva ‡ imprensa sobre a diminuiÁ„o dos preÁos das passagens de Ùnibus coletivo na cidade. (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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Minas 247 - O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), criticou as tentativas de interrupção do mandato da presidente Dilma Rousseff. "Não acredito que o impeachment vai resolver o problema", afirmou Lacerda, que é um dos articuladores do manifesto de prefeitos contra o golpe que será entregue nesta segunda-feira  14 à presidente.

No entanto, o prefeito considera que a melhor hipótese é a desfiliação de Dilma do Partido dos Trabalhadores, tornando todos os acordos partidários "mortos". "Agora, se a presidente Dilma dissesse: 'Vou me desfiliar do PT' e se o PT, num rasgo de generosidade – o que não vai acontecer –, dissesse: 'Não vamos disputar a eleição de 2018', acho que não precisaria nem dessa segunda", disse o prefeito, em entrevista ao jornal O Tempo.

"Era só a Dilma falar: 'Eu me desfilio do PT, considero mortos todos os acordos partidários existentes que se referem à Presidência da República, vou chamar as grandes cabeças do país, e vamos tentar um acordo para tirar o país do buraco, depois voltamos a brigar lá na frente'", reforçou.

Lacerda considera também que o partido da presidente foi "o grande motor" da crise política atual. "Chegamos à situação em que estamos por parte das nossas elites, mas o PT foi o grande motor para esse buraco em que estamos. Falo isso a eles o tempo todo", comentou.

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