Legalização da maconha em Nova York pode trazer reparação ao povo negro e latino

Em debate na TV 247, o advogado da Marcha da Maconha André Barros, o jornalista Brian Mier e a enfermeira Myriam Marques avaliam os efeitos da legalização do uso recreativo da maconha no estado de Nova York . Assista

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(Foto: REUTERS/Chris Wattie)


247 - O governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, sancionou a proposta que legaliza o uso recreativo e a comercialização da maconha por adultos, se unindo a outros 14 estados norte-americanos que já permitem o uso da cannabis.

Durante debate na TV 247, o advogado André Barros, integrante da Marcha da Maconha, o jornalista Brian Mier e a enfermeira Myriam Marques, que mora em Nova York, avaliaram o impacto da medida sobre a sociedade e a economia dos Estados Unidos, e também no que o Brasil pode aprender em relação à política de combate à drogas.

Entre os aspectos destacados pelo jornalista Brian Mier está o fato de 50% das licenças de produção de maconha serem destinadas a pequenos agricultores, e a provável redução do encarceramento de pessoas negras e latinas por ligação com consumo e venda de maconha.

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A questão racial também foi enfatizada por Myriam Marques. "Aqui o pessoal equidade social da marijuana. Tudo indica que vai ser uma regulamentação como do álcool, mas com um alto impacto para as comunidades que foram atingidas. E vem num momento de muita organização, principalmente do povo negro e latino", afirmou.

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Já o advogado André Barros defendeu que a legalização da maconha para uso recreativo deve ser implantada também no Brasil, inclusive com a venda legalizada funcionando em favelas, como forma de reparação social e econômica a estas comunidades.

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