Lemann iria para o Vale do Silício e montaria uma startup se fosse jovem

O empreendedor de maior sucesso do Brasil (a ponto de ser o homem mais rico de nosso país) iria para o Vale do Silício se estivesse começando a empreender atualmente e tentaria! é o que ele falou em uma conversa na Endeavor, na qual ele demonstrou muito interesse em todo o ecossistema de empreendedorismo que nasceu inspirado nas startups do Vale do Silício; para ele, ir para a Califórnia seria um período de aprendizado, que lhe taria uma boa bagagem para empreender no nosso País

O empreendedor de maior sucesso do Brasil (a ponto de ser o homem mais rico de nosso país) iria para o Vale do Silício se estivesse começando a empreender atualmente e tentaria! é o que ele falou em uma conversa na Endeavor, na qual ele demonstrou muito interesse em todo o ecossistema de empreendedorismo que nasceu inspirado nas startups do Vale do Silício; para ele, ir para a Califórnia seria um período de aprendizado, que lhe taria uma boa bagagem para empreender no nosso País
O empreendedor de maior sucesso do Brasil (a ponto de ser o homem mais rico de nosso país) iria para o Vale do Silício se estivesse começando a empreender atualmente e tentaria! é o que ele falou em uma conversa na Endeavor, na qual ele demonstrou muito interesse em todo o ecossistema de empreendedorismo que nasceu inspirado nas startups do Vale do Silício; para ele, ir para a Califórnia seria um período de aprendizado, que lhe taria uma boa bagagem para empreender no nosso País (Foto: Leonardo Lucena)

StartSe - O empreendedor de maior sucesso do Brasil (a ponto de ser o homem mais rico de nosso país) iria para o Vale do Silício se estivesse começando a empreender atualmente e tentaria! É o que ele falou em uma conversa na Endeavor, na qual ele demonstrou muito interesse em todo o ecossistema de empreendedorismo que nasceu inspirado nas startups do Vale do Silício.

Para ele, ir para a Califórnia seria um período de aprendizado, que lhe taria uma boa bagagem para empreender no nosso País. “Se fosse jovem, eu iria para a Califórnia, passaria uma temporada lá e tentaria voltar para o Brasil e inovar com tecnologia”, declarou Lemann – referindo-se ao Vale do Silício, a região mais inovadora do planeta e que fica no norte da Califórnia.

Esse movimento seria muito parecido com o que ele mesmo fez ao começar a empreender, só que há cinco décadas atrás quando as necessidades eram outras. “Da mesma maneira que fiz com o mercado financeiro, que estava começando 50 anos atrás. Fui lá para fora e vi diversos produtos e coisas que tinham lá e trouxe para cá”, destaca.

O StartSe promove uma experiência de aprendizado no Vale do Silício, bem em linha com o que Lemann gostaria de fazer. Trata-se da Silicon Valley Learning Experience, uma semana inteira no Vale conhecendo e aprendendo com as pessoas que fazem diferença por lá. Se esta experiência estiver fora da sua alçada financeira por agora, pelo menos dê uma olhada neste e-book que preparamos.

Embora fosse o que faria se fosse começar agora, Lemann acredita que o seu período de empreender na tecnologia já passou. “Eu adoraria ser um empreendedor tech, mas não disponho do know-how e não tive tempo de morar na Califórnia, onde tem muita tecnologia nova”, completa.

Não quer dizer que as empresas que ele comanda, como a AB InBev, Kreft-Heinz e Burger King, não estejam alinhadas com tecnologia. “Estamos super atentos em termos do que essas novas tecnologias vão afetar nossos negócios. Estamos dormindo no ponto, sabemos que as formas de distribuir cerveja, ketchup ou seja o que for vão mudar nos próximos anos. Estamos preparados para nos adaptar. Eu acho tecnologia super importante e não tenho dúvidas de que vai ser cada vez mais importante nos negócios”, afirma.

E se ele não vai começar uma empresa de tecnologia do zero agora, ao menos ele pode colaborar com o ecossistema empreendedor investindo em algumas startups de tempos em tempos. “De vez em quando eu faço uns investimentozinhos para testar as águas, mas coisa pequena, mais para testar e aprender um pouquinho, né”, termina, nos levando a perguntar uma coisa: o que é “coisa pequena” para um homem que tem US$ 30 bilhões?

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