Líder do PC do B diz que impeachment é farsa

"O que está em curso é um golpe. E o golpe não passará", discursou o deputado Daniel Almeida (BA), líder do PCdoB na Câmara, em sessão no plenário nesta sexta-feira 15 que discute o relatório pró-impeachment do deputado Jovair Arantes (PTB-GO); "Não existe crime que justifique o acatamento desse pedido de impeachment", disse Daniel Almeida; "Se não há crime, não há que se fazer julgamento", completou; para ele, a acusação contra a presidente Dilma teve teor panfletário

"O que está em curso é um golpe. E o golpe não passará", discursou o deputado Daniel Almeida (BA), líder do PCdoB na Câmara, em sessão no plenário nesta sexta-feira 15 que discute o relatório pró-impeachment do deputado Jovair Arantes (PTB-GO); "Não existe crime que justifique o acatamento desse pedido de impeachment", disse Daniel Almeida; "Se não há crime, não há que se fazer julgamento", completou; para ele, a acusação contra a presidente Dilma teve teor panfletário
"O que está em curso é um golpe. E o golpe não passará", discursou o deputado Daniel Almeida (BA), líder do PCdoB na Câmara, em sessão no plenário nesta sexta-feira 15 que discute o relatório pró-impeachment do deputado Jovair Arantes (PTB-GO); "Não existe crime que justifique o acatamento desse pedido de impeachment", disse Daniel Almeida; "Se não há crime, não há que se fazer julgamento", completou; para ele, a acusação contra a presidente Dilma teve teor panfletário (Foto: Gisele Federicce)
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Agência Câmara - O líder do PCdoB, deputado Daniel Almeida (BA), afirmou há pouco que considera o processo de impeachment "uma farsa" comandada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

"Não existe crime que justifique o acatamento desse pedido de impeachment", disse. "Se não há crime, não há que se fazer julgamento", completou. Para ele, a defesa apresentada pela presidente Dilma Rousseff é inquestionável, e a acusação teve teor panfletário.

Ainda na visão do líder do PCdoB, Cunha deveria se declarar impedido de conduzir o processo. Segundo Almeida, Cunha "é beneficiário direto do processo" e faz parte do PMDB, partido que será beneficiado se o impeachment for aprovado.

"O que está em curso é um golpe. E o golpe não passará", concluiu.

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