Líder do PSDB: "Resultado do PIB foi sofrível"

Crescimento de 2,3% do PIB em 2013 não agradou a oposição; para o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, resultado foi "sofrível" e ficou "bem abaixo da necessidade do país"; "Já está mais do que provado que a política econômica da presidente não funciona e, pior, compromete o futuro. Qual é a fotografia do governo Dilma? Pibinhos, inflação acima da meta, taxa de juros com aumentos sucessivos, contas externas deterioradas, credibilidade em baixa em virtude do excesso de intervenção e do não cumprimento de metas e previsões"; tucano diz ainda que "o que o ministro Guido Mantega fala não se escreve"

Crescimento de 2,3% do PIB em 2013 não agradou a oposição; para o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, resultado foi "sofrível" e ficou "bem abaixo da necessidade do país"; "Já está mais do que provado que a política econômica da presidente não funciona e, pior, compromete o futuro. Qual é a fotografia do governo Dilma? Pibinhos, inflação acima da meta, taxa de juros com aumentos sucessivos, contas externas deterioradas, credibilidade em baixa em virtude do excesso de intervenção e do não cumprimento de metas e previsões"; tucano diz ainda que "o que o ministro Guido Mantega fala não se escreve"
Crescimento de 2,3% do PIB em 2013 não agradou a oposição; para o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, resultado foi "sofrível" e ficou "bem abaixo da necessidade do país"; "Já está mais do que provado que a política econômica da presidente não funciona e, pior, compromete o futuro. Qual é a fotografia do governo Dilma? Pibinhos, inflação acima da meta, taxa de juros com aumentos sucessivos, contas externas deterioradas, credibilidade em baixa em virtude do excesso de intervenção e do não cumprimento de metas e previsões"; tucano diz ainda que "o que o ministro Guido Mantega fala não se escreve" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O crescimento de 2,3% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2013 não agradou a oposição. Para o líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Antônio Imbassahy, por exemplo, resultado do crescimento foi "sofrível" e ficou "bem abaixo da necessidade do país".

Ele afirmou ainda que o resultado "consolida as marcas do governo" da presidente Dilma Rousseff: "pibinhos, juros e inflação altos, desindustrialização, deterioração das contas externas e desvalorização do patrimônio público".

"Já está mais do que provado que a política econômica da presidente não funciona e, pior, compromete o futuro. Qual é a fotografia do governo Dilma? Pibinhos, inflação acima da meta, taxa de juros com aumentos sucessivos, contas externas deterioradas, credibilidade em baixa em virtude do excesso de intervenção e do não cumprimento de metas e previsões", dispara o tucani.

Imbassahy aproveita para mais uma vez apontar "desvalorização histórica" da Petrobras. "Além disso, há o desmonte do patrimônio público, cujo principal retrato é a Petrobras, e o enfraquecimento da indústria nacional. Esse ambiente inibe investimentos e, sem eles, o país não cresce, não gera empregos de qualidade. No último ano do seu melancólico governo, Dilma vai deixar uma herança perversa para o país".

Líder tucano ataca também o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e diz que previsão do governo de crescimento da economia era de 4% no início do ano, caiu para 3% em julho e foi revisada para 2,5% no mês seguinte.

"O que o ministro da Fazenda prevê não se escreve; o que ele fala sentado não se sustenta em pé. E isso é nefasto para a credibilidade do país. Além disso, há outro detalhe: crescer sobre uma base baixa, como foi o PIB de 1% de 2012, é mais fácil".

Taxa de juros

Para Imbassahy, o oitavo aumento seguido na taxa básica de juros mostra que o governo prefere "sacrificar o crescimento do país" a cortar os gastos públicos e reduzir a carga tributária.

"A presidente Dilma continua batendo na tecla do aumento de juros para controlar a inflação, sem conseguir resultados. A saída correta seria a redução da sua monstruosa máquina administrativa, com 39 ministérios e 23.631 cargos comissionados, e estimular a produção. É simples decidir pelo caminho fácil, do aumento dos juros, quando se tem quem arca com o sacrifício – os brasileiros".

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