Líder do PT: história não perdoa golpistas

"O regime de exceção se inicia com esse discurso. Foi o que aconteceu em 1964", disse o deputado Afonso Florence (PT-BA), em referência ao fato de que defensores da renúncia da presidente alegam que o País precisa sair das crises política e econômica; de acordo com o líder do PT, políticos favoráveis ao impeachment querem um "golpe com a cara da chapa Michel/Cunha"; "O objetivo deles é parar as investigações de corrupção", disse; "Não vamos colocar o Brasil em risco"; segundo ele, "os golpistas vão parar no lixo da história"

Brasília - Deputado Afonso Florence fala durante sessão para votação da autorização ou não da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara dos Deputados. ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - Deputado Afonso Florence fala durante sessão para votação da autorização ou não da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara dos Deputados. ( Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)
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Bahia 247 - O líder do PT na Câmara dos Deputados, Afonso Florence (BA), bateu duro nos defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo ele, a história não via perdoar os golpistas. "O regime de exceção se inicia com esse discurso. Foi o que aconteceu em 1964", disse o parlamentar em referência ao fato de que defensores da renúncia da presidente alegam que o País precisa sair das crises política e econômica.

De acordo com o deputado, políticos favoráveis ao impeachment querem um "golpe com a cara da chapa Michel/Cunha". "O objetivo deles é prar as investigações de corrupção. É parar a Lava Jato, que chegou a um lugar onde tem PSDB, DEM...", disse Florence.

O deputado Cabuçu Borges (PMDB-AP), teve um diálogo vazado que traz uma revelação que, se confirmada, pode dar uma reviravolta no cenário político do País. Na conversa com um interlocutor não identificado, Cabuçu Borges revela que o vice-presidente Michel Temer teria prometido que se o impeachment fosse aprovado no Congresso, ele acabaria com os desdobramentos da Operação Lava Jato (veja aqui).

"Jornais do mundo estamparam: 'corruptos querem derrubar uma mulher honesta", disse Florence. O The New York Times afirmou que  a presidente Dilma Rousseff corre o sério risco de ser afastada por um processo dominado por corruptos e por abusos aos direitos humanos. "Impeachment é golpe. Não vamos colocar o Brasil em risco, que é a derrota da democracia".

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