Lobão chama Bolsonaro de torturador, fascista e demoníaco

Vereador mais votado de Maceió em 2016, Lobão (PR) declarou que vota em Fernando Haddad e chamou Jair Bolsonaro (PSL) de fascista, bandido, torturador e até “demoníaco”; ele disse ainda que fica “entristecido quando vejo um negro, um homossexual dizer que vai votar em um fascista”; Lobão também fez um alerta:“Não confiem em político sorridente, que usa o nome de Deus. Reflitam bem se preferem votar em um professor ou em um torturador”

Lobão chama Bolsonaro de torturador, fascista e demoníaco
Lobão chama Bolsonaro de torturador, fascista e demoníaco (Foto: Ascom/CMM)
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Por Vanessa Alencar, em Cada Minuto - Da tribuna do plenário, na sessão desta quinta-feira (25), na Câmara Municipal de Maceió (CMM), o vereador Lobão declarou seu voto ao presidenciável Fernando Haddad (PT) e chamou o oponente do petista, Jair Bolsonaro (PSL), de fascista, bandido, torturador e até “demoníaco”: “Fico entristecido quando vejo um negro, um homossexual dizer que vai votar em um fascista”, afirmou.

“Pesquisem o passado dos dois nomes que aí estão... Não olhem para partido, pesquisem a pessoa, vejam quem é equilibrado, quem tem sensibilidade com o povo”, alertou, ao defender o voto em Haddad.

“Não confiem em político sorridente, que usa o nome de Deus... Se ele for eleito ele (Bolsonaro) vai mostrar suas garras demoníacas... Reflitam bem se preferem votar em um professor ou em um torturador”, completou, em outros trechos do discurso.

Lobão relatou ainda estar feliz por ter conseguido convencer algumas pessoas a votarem em Haddad: a mãe de um homossexual, um amigo de 28 anos, e uma amiga que recebe Bolsa Família e, segundo o vereador, “estava animada a votar nesse bandido”.

Em contraponto, Chico Filho - que é eleitor de Bolsonaro - defendeu a alternância do poder e disse ser mentira a história de que o presidenciável irá acabar com o Bolsa Família.

“Eu não tenho nada contra os movimentos de esquerda e direita, mas o importante é a alternância e o recado que temos que dar de mudar o que está errado... Se todo mundo pede que nós, parlamentares, sejamos honestos, a sociedade tem que saber que tem que votar em pessoas honestas... Ou não?”, questionou.

 

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