Lula: só uma coisa vai me tirar das ruas desse país, será o dia que eu morrer

Em um discurso emocionante para uma multidão em Porto Alegre, na véspera do julgamento de seu recurso contra a sentença do juiz Sergio Moro no TRF4, o ex-presidente Lula disse carregar "a tranquilidade dos inocentes, daqueles que não cometeram nenhum crime"; "As pessoas têm que entender que não estou preocupado comigo. Estou preocupado com o povo brasileiro", afirmou; "Só uma coisa vai me tirar das ruas desse país e será o dia que eu morrer. Até lá estarei lutando por uma sociedade mais justa", ressaltou; ele disse acreditar que "a esquerda vai se reunir não em torno de um candidato, mas em torno de um projeto"

Em um discurso emocionante para uma multidão em Porto Alegre, na véspera do julgamento de seu recurso contra a sentença do juiz Sergio Moro no TRF4, o ex-presidente Lula disse carregar "a tranquilidade dos inocentes, daqueles que não cometeram nenhum crime"; "As pessoas têm que entender que não estou preocupado comigo. Estou preocupado com o povo brasileiro", afirmou; "Só uma coisa vai me tirar das ruas desse país e será o dia que eu morrer. Até lá estarei lutando por uma sociedade mais justa", ressaltou; ele disse acreditar que "a esquerda vai se reunir não em torno de um candidato, mas em torno de um projeto"
Em um discurso emocionante para uma multidão em Porto Alegre, na véspera do julgamento de seu recurso contra a sentença do juiz Sergio Moro no TRF4, o ex-presidente Lula disse carregar "a tranquilidade dos inocentes, daqueles que não cometeram nenhum crime"; "As pessoas têm que entender que não estou preocupado comigo. Estou preocupado com o povo brasileiro", afirmou; "Só uma coisa vai me tirar das ruas desse país e será o dia que eu morrer. Até lá estarei lutando por uma sociedade mais justa", ressaltou; ele disse acreditar que "a esquerda vai se reunir não em torno de um candidato, mas em torno de um projeto" (Foto: Leonardo Attuch)

247 - Em um discurso emocionante para uma multidão em Porto Alegre, na noite desta terça-feira 23, véspera de seu julgamento, o ex-presidente Lula disse carregar "a tranquilidade dos inocentes, daqueles que não cometeram nenhum crime".

"As pessoas têm que entender que não estou preocupado comigo. Estou preocupado com o povo brasileiro. Eles estão desmontando o Prouni, com o Fies, com as escolas técnicas", criticou Lula. "Eles inventaram uma doença chamada PT que provocava a ascensão dos mais pobres. As pessoas não queriam mais andar de ônibus, queriam andar de avião", acrescentou.

Lula comentou também o artigo publicado no New York Times que denuncia a parcialidade do juiz Sergio Moro e o risco à democracia brasileira caso Lula seja condenado.

"Se tem uma coisa que não me conformo é o complexo de vira-lata, inclusive da imprensa brasileira. Uma imprensa que não tem compromisso com a verdade, que não tem respeito, que se protege escondendo as coisas", criticou. "Leiam o New York Times de hoje que vocês vão ver coisas que a imprensa brasileira não tem coragem de publicar", disse.

"Eu duvido que os jornalistas que escrevem mentira a meu respeito e que o William Bonner durmam todo dia com a consciência tranquila. Eles sabem que eles estão mentindo", prosseguiu.

"Só uma coisa vai me tirar das ruas desse país e será o dia que eu morrer. Até lá estarei lutando por uma sociedade mais justa", ressaltou. "Qualquer que seja o resultado do julgamento, eu seguirei na luta pela dignidade do povo nesse país", completou.

Lula disse "precisar que o povo participe para que a gente possa recuperar esse país". E acreditar que "a esquerda vai se reunir não em torno de um candidato, mas em torno de um projeto". Assista à íntegra do discurso:

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