Mais um desperdício de JB: Valério voltará a BH

Como garante a lei, vários passageiros do voo a Brasília num avião da PF começam a voltar para prisões próximas a seus lares; no caso de Marcos Valério, o procurador-geral da República em exercício, Eugênio Aragão, apresentou parecer a favor sobre sua transferência para Minas Gerais; cabe agora ao presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, tomar a decisão

Como garante a lei, vários passageiros do voo a Brasília num avião da PF começam a voltar para prisões próximas a seus lares; no caso de Marcos Valério, o procurador-geral da República em exercício, Eugênio Aragão, apresentou parecer a favor sobre sua transferência para Minas Gerais; cabe agora ao presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, tomar a decisão
Como garante a lei, vários passageiros do voo a Brasília num avião da PF começam a voltar para prisões próximas a seus lares; no caso de Marcos Valério, o procurador-geral da República em exercício, Eugênio Aragão, apresentou parecer a favor sobre sua transferência para Minas Gerais; cabe agora ao presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, tomar a decisão (Foto: Gisele Federicce)

André Richter
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O procurador-geral da República em exercício, Eugênio Aragão, enviou nesta sexta-feira 3 ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer a favor do pedido de transferência feito pelo publicitário Marcos Valério para Contagem (MG). Valério foi condenado a 37 anos e cinco meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Ele está preso na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal.

No final de dezembro, a defesa de Valério pediu ao STF que ele seja transferido para o Presídio Nelson Hungria. Os advogados alegam que Valério quer cumprir a pena próximo aos parentes, que gastam muito com passagens aéreas para Brasília. Segundo Aragão, os documentos e argumentos apresentados pelo condenado preenchem os requisitos legais para autorizar a transferência. Caberá ao presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, decidir sobre a transferência.

De acordo com a Lei de Execução Penal, detentos podem pedir à Justiça para cumprir a pena em presídios localizados em cidades próximas da residência de seus familiares. Desde a decretação das primeiras prisões dos condenados no processo, no dia 15 de novembro, o presidente do Supremo autorizou a transferência de sete condenados para presídios localizados nas suas cidades de origem.

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