Maluf deixa lista vermelha da Interpol: “agora só falta o Papa me canonizar”

Um dos 38 deputados que votaram a favor do relatório pelo seguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), deixou a lista pública de pessoas procuradas pela Interpol, a Organização Internacional de Polícia Criminal; Maluf reagiu com provocação à notícia; "Estou fora do mensalão, fora do petrolão, fora da Lava Jato, não estou no Panama Papers e votei a favor do impeachment. Agora, saí da lista vermelha da Interpol. Só falta o papa Francisco me canonizar'', afirmou Maluf; "Por tudo que fiz pela cidade de São Paulo, acho que eu mereço [a canonização]'', completou

BRASÍLIA, DF, 05.11.2013: COMISSÃO/PEC197/ICMS - O deputado Paulo Maluf  durante sessão da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 197/12, que prevê mudanças na cobrança do ICMS no comércio eletrônic
BRASÍLIA, DF, 05.11.2013: COMISSÃO/PEC197/ICMS - O deputado Paulo Maluf durante sessão da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 197/12, que prevê mudanças na cobrança do ICMS no comércio eletrônic (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), 84 anos, e seu filho Flávio não estão mais na lista pública de pessoas procuradas pela Interpol, a Organização Internacional de Polícia Criminal.

Segundo informações do jornalista Fernando Rodrigues, a exclusão foi feita há 1 mês e meio. Maluf fala entre "duas e três semanas''. Ele não quis revelar como conseguiu que seu nome fosse retirado da lista de procurados internacionais.

"Estou fora do mensalão, fora do petrolão, fora da Lava Jato, não estou no Panama Papers e votei a favor do impeachment. Agora, saí da lista vermelha da Interpol. Só falta o papa Francisco me canonizar'', afirmou Maluf. "Por tudo que fiz pela cidade de São Paulo, acho que eu mereço [a canonização]'', completou.

Maluf foi um dos 38 deputados da comissão especial da Câmara que votaram a favor do seguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. 

Paulo Maluf foi incluído na lista da Interpol em 19.mar de 2010. Maluf foi acusado de enviar recursos ilegalmente para o exterior e por desviar dinheiro público no Brasil. O desvio teria ocorrido nas obras da avenida Água Espraiada. O dinheiro teria sido enviado para Nova York –depois, para a Suíça, para a Inglaterra e para a Ilha de Jersey. Maluf nega todas essas acusações.

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