Manuela: postura de Dodge sobre Favreto consolida estado de exceção

"A postura de Raquel Dodge, Procuradora Geral da República, de pedir investigação e aposentadoria compulsória de Favreto, consolida a ordem unida do estado de exceção: qualquer divergência será eliminada", afirmou a presidenciável do PCdoB. "Já Sérgio Moro tem licença permanente dos órgãos superiores para descumprir leis"

Manuela: postura de Dodge sobre Favreto consolida estado de exceção
Manuela: postura de Dodge sobre Favreto consolida estado de exceção (Foto: Esq.: Stuckert / Dir.: Fabio Pozzebom - ABR)

Rio Grande do Sul 247 - A pré-candidata à presidência da República Manuela D'Ávila (PCdoB) criticou nesta quinta-feira (12) a decisão da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que apresentou nesta quinta-feira (11) ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a abertura de um inquérito por prevaricação contra o desembargador Rogério Favreto, que determinou a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no último domingo (8), quando estava de plantão no Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), sediado em Porto Alegre.

"A postura de Raquel Dodge, Procuradora Geral da República, de pedir investigação e aposentadoria compulsória de Favreto, consolida a ordem unida do estado de exceção: qualquer divergência será eliminada", afirmou a presidenciável no Twitter. "Já Sérgio Moro tem licença permanente dos órgãos superiores para descumprir leis, códigos e procedimentos. A perseguição a Favreto é a punição contra quem teve a coragem de defender o Estado de Direito", complementou.

Após a decisão da Favreto, Moro, que condenou Lula em primeira instância, e não tem mais jurisdição sobre o caso, se manifestou, mesmo de férias, contrário à soltura de Lula. O desembargador Gebran Neto, relator do caso do triplex no TRF4, também se manifestou contra a liberdade do ex-presidente, mesma posição do desembagador Carlos Eduardo Thompson Flores, presidente do TRF4.

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