Marcha das Mulheres escracha Riachuelo contra precarização do trabalho

Militantes feministas da Marcha Mundial das Mulheres realizaram em várias cidades do país um ato em solidariedade às vítimas do desmoronamento do Rana Plaza, em 2013, em Bangladesh; as lojas Riachuelo foram escolhidas como o alvo em 2018 em razão do apoio do empresário Flávio Rocha ao golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff e da precarização do trabalho pela empresa

Militantes feministas da Marcha Mundial das Mulheres realizaram em várias cidades do país um ato em solidariedade às vítimas do desmoronamento do Rana Plaza, em 2013, em Bangladesh; as lojas Riachuelo foram escolhidas como o alvo em 2018 em razão do apoio do empresário Flávio Rocha ao golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff e da precarização do trabalho pela empresa
Militantes feministas da Marcha Mundial das Mulheres realizaram em várias cidades do país um ato em solidariedade às vítimas do desmoronamento do Rana Plaza, em 2013, em Bangladesh; as lojas Riachuelo foram escolhidas como o alvo em 2018 em razão do apoio do empresário Flávio Rocha ao golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff e da precarização do trabalho pela empresa (Foto: Gisele Federicce)

Por Rafa Duarte, em seu blog - Militantes feministas da Marcha Mundial das Mulheres realizaram em várias cidades do país um ato em solidariedade às vítimas do desmoronamento do Rana Plaza, em 2013, em Bangladesh. O prédio de três andares abrigava uma fábrica de tecidos, onde trabalhavam 3 mil pessoas. Morreram 337 pessoas, a maioria mulheres.

As lojas Riachuelo foram escolhidas como o alvo em 2018 em razão do apoio do empresário Flávio Rocha ao golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff e da precarização do trabalho pela empresa. De 2000 a 2017, o grupo Guararapes, ao qual pertence a Riachuelo, foi denunciada em aproximadamente 5.300 ações trabalhistas.

No Rio Grande do Norte, a ação ocorreu em Mossoró com panfletaço, na calçada da loja, no Centro.

Em São Paulo, as manifestantes pregaram cartazes nos manequins expostos nas vitrines de uma das lojas da Riachuelo. Entre os dizeres lia-se "trabalho terceirizado #VidaPrecarizada", "Riachuelo Golpista, Laboratório da Reforma Trabalhista" e "A indústria da moda explora as mulheres".

Desde 2013, a cada ano, dia 24 de abril é a data escolhida pela Marcha Mundial das Mulheres para 24 horas de ações. Além de lembrar o desmoronamento do Rana Plaza, o movimento feminista também denuncia empresas que precarizam a vida e o trabalho de mulheres.

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