Marido da deputada Luana Ribeiro é condenado por homicídio

O empresário Frederico Gayer Machado de Araújo foi julgado nessa segunda-feira, 17, em Goiânia, e condenado a 12 anos e seis meses de reclusão, em regime fechado, por homicídio qualificado cometido por motivo fútil; ele foi condenado pela morte de Hebert Resende, no dia 5 de abril de 1997, na capital goiana, e cumprirá a pena na Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia

O empresário Frederico Gayer Machado de Araújo foi julgado nessa segunda-feira, 17, em Goiânia, e condenado a 12 anos e seis meses de reclusão, em regime fechado, por homicídio qualificado cometido por motivo fútil; ele foi condenado pela morte de Hebert Resende, no dia 5 de abril de 1997, na capital goiana, e cumprirá a pena na Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia
O empresário Frederico Gayer Machado de Araújo foi julgado nessa segunda-feira, 17, em Goiânia, e condenado a 12 anos e seis meses de reclusão, em regime fechado, por homicídio qualificado cometido por motivo fútil; ele foi condenado pela morte de Hebert Resende, no dia 5 de abril de 1997, na capital goiana, e cumprirá a pena na Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - O empresário Frederico Gayer Machado de Araújo foi julgado nessa segunda-feira, 17, em Goiânia, e condenado a 12 anos e seis meses de reclusão, em regime fechado, por homicídio qualificado cometido por motivo fútil. Frederico Gayer é casado com a deputada estadual Luana Ribeiro (PR). Ele foi condenado pela morte de Hebert Resende, no dia 5 de abril de 1997, na capital goiana, e cumprirá a pena na Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia.

O julgamento ocorreu na abertura da 1ª Semana Nacional do Tribunal do Júri em Goiás, comandado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara. O caso estava na 13ª Vara Criminal de Goiânia e o promotor do caso era João Teles de Moura Neto.

Na época do crime, Frederico Gayer não tinha relacionamento com a parlamentar tocantinense. Segundo o G1 Tocantins, o crime aconteceu após o responsável pelo caixa da boate ter trocado, por engano, as fichas de consumo de Frederico e de Hebert. O mal entendido foi sanado pela boate, sem ter havido qualquer discussão entre os dois. Momentos depois, Frederico foi até seu carro, buscou a arma e esperou Hebert do lado de fora da boate por cerca de dez minutos. Ao avistá-lo, trocou algumas palavras com ele e o empurrou, acertando-o com um tiro em seguida.

A defesa de Frederico sustentou a tese de legítima defesa, e solicitou redução da pena prevista, para o homicídio privilegiado, alegando que o réu praticou o crime por violenta emoção após provocação da vítima. As solicitações da defesa foram rejeitados pelos jurados que consideraram que o crime aconteceu por motivo fútil.

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