Médica do Sírio vazou dados sigilosos de Marisa

Informações sigilosas do diagnóstico de Dona Marisa, horas depois de sua internação, há dez dias, foram compartilhados pela médica reumatologista Gabriela Munhoz, de 31 anos, em um grupo de whatsapp de antigos colegas de faculdade; "Por não permitir esse tipo de atitude entre seus colaboradores, a instituição tomou as medidas disciplinares cabíveis em relação à médica, assim que teve conhecimento da troca de mensagens", informou a assessoria do hospital Sírio Libanês, após contato do jornal O Globo, que fez a denúncia

Informações sigilosas do diagnóstico de Dona Marisa, horas depois de sua internação, há dez dias, foram compartilhados pela médica reumatologista Gabriela Munhoz, de 31 anos, em um grupo de whatsapp de antigos colegas de faculdade; "Por não permitir esse tipo de atitude entre seus colaboradores, a instituição tomou as medidas disciplinares cabíveis em relação à médica, assim que teve conhecimento da troca de mensagens", informou a assessoria do hospital Sírio Libanês, após contato do jornal O Globo, que fez a denúncia
Informações sigilosas do diagnóstico de Dona Marisa, horas depois de sua internação, há dez dias, foram compartilhados pela médica reumatologista Gabriela Munhoz, de 31 anos, em um grupo de whatsapp de antigos colegas de faculdade; "Por não permitir esse tipo de atitude entre seus colaboradores, a instituição tomou as medidas disciplinares cabíveis em relação à médica, assim que teve conhecimento da troca de mensagens", informou a assessoria do hospital Sírio Libanês, após contato do jornal O Globo, que fez a denúncia (Foto: Gisele Federicce)

247 - A médica reumatologista Gabriela Munhoz, de 31 anos, compartilhou informações sigilosas do diagnóstico de Dona Marisa, horas depois de sua internação, há dez dias, em um grupo de whatsapp de antigos colegas de faculdade. 

"Por não permitir esse tipo de atitude entre seus colaboradores, a instituição tomou as medidas disciplinares cabíveis em relação à médica, assim que teve conhecimento da troca de mensagens", informou a assessoria do hospital Sírio Libanês, após contato do jornal O Globo, que publicou a denúncia. O hospital informou ainda ter "uma política rígida relacionada à privacidade de pacientes" e repudiou a quebra do sigilo de pacientes por profissionais de saúde.

"A colegas, Gabriela alegou ter confirmado informações já divulgadas na mídia, em grupo restrito de médicos de sua confiança. Ela lamentou que tenham sido compartilhadas com outros grupos e disse não ter tido contato pessoal com o prontuário. Localizada pelo GLOBO, ela não quis se manifestar", diz a reportagem de Thiago Herdy.

O boletim médico que foi divulgado horas depois pelo hospital, porém, fazia referência à hemorragia cerebral por ruptura de um aneurisma, mas não dava detalhes técnicos a respeito da gravidade do diagnóstico.

No mesmo grupo em que a médica divulgou as informações, o neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis fez um comentário sobre o quadro de dona Marisa: "Esses fdp vão embolizar ainda por cima", escreveu, em referência ao procedimento de provocar o fechamento de um vaso sanguíneo para diminuir o fluxo de sangue em determinado local. "Tem que romper no procedimento. Daí já abre pupila. E o capeta abraça ela", escreveu Ellakkis.

Segundo o Globo, o médico presta serviços no hospital da Unimed São Roque, no interior de São Paulo, e em outras unidades de saúde da capital paulista.

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