Mercado de bairro aposta no atendimento

“A ideia surgiu quando éramos estudantes. Estávamos insatisfeitos com o estágio que fazíamos e, em uma viagem a Londres, identificamos que os mercados de bairro, algo que tanto gostávamos, eram muito desenvolvidos por lá”, explica Daniel Drumond, sócio da empresa; Oriundos do interior, onde a cultura do mercadinho de bairro é muito forte, observavam que por aqui ainda havia muitas lacunas; “Não são empresas estruturadas nesse sentido. Vimos, então, que seria uma boa oportunidade”, explica. A primeira unidade foi aberta no bairro Moinhos de Vento e, este ano, uma segunda unidade foi inaugurada no Jardim Europa.  

“A ideia surgiu quando éramos estudantes. Estávamos insatisfeitos com o estágio que fazíamos e, em uma viagem a Londres, identificamos que os mercados de bairro, algo que tanto gostávamos, eram muito desenvolvidos por lá”, explica Daniel Drumond, sócio da empresa; Oriundos do interior, onde a cultura do mercadinho de bairro é muito forte, observavam que por aqui ainda havia muitas lacunas; “Não são empresas estruturadas nesse sentido. Vimos, então, que seria uma boa oportunidade”, explica. A primeira unidade foi aberta no bairro Moinhos de Vento e, este ano, uma segunda unidade foi inaugurada no Jardim Europa.
 
“A ideia surgiu quando éramos estudantes. Estávamos insatisfeitos com o estágio que fazíamos e, em uma viagem a Londres, identificamos que os mercados de bairro, algo que tanto gostávamos, eram muito desenvolvidos por lá”, explica Daniel Drumond, sócio da empresa; Oriundos do interior, onde a cultura do mercadinho de bairro é muito forte, observavam que por aqui ainda havia muitas lacunas; “Não são empresas estruturadas nesse sentido. Vimos, então, que seria uma boa oportunidade”, explica. A primeira unidade foi aberta no bairro Moinhos de Vento e, este ano, uma segunda unidade foi inaugurada no Jardim Europa.   (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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Agência Sebrae - O atendimento diferenciado, que possibilita uma proximidade maior com o cliente, é o destaque da administração do Mercado Brasco. A empresa foi criada por três universitários em 2013, cresceu e já pensa em novos desafios. A trajetória de sucesso se enquadra nos princípios do Movimento Compre do Pequeno Negócio, iniciativa lançada pelo Sebrae neste mês de agosto e que tem o objetivo de fortalecer as empresas e a economia de onde estão inseridas.

Para realizar o sonho de ter o próprio negócio, os três empreendedores, ainda na faculdade, encontraram conceitos diferentes para explorar um segmento com muito potencial e estimular os pequenos negócios. Os sócios Gabriel Drumond, Arthur Bolacell e Honório Dias lançaram o Mercado Brasco em Porto Alegre, a partir do princípio de atendimento diferenciado e maior proximidade com o cliente.

“A ideia surgiu quando éramos estudantes. Estávamos insatisfeitos com o estágio que fazíamos e, em uma viagem a Londres, identificamos que os mercados de bairro, algo que tanto gostávamos, eram muito desenvolvidos por lá”, explica Daniel Drumond. Oriundos do interior, onde a cultura do mercadinho de bairro é muito forte, observavam que por aqui ainda havia muitas lacunas. “Não são empresas estruturadas nesse sentido. Vimos, então, que seria uma boa oportunidade”, explica. A primeira unidade foi aberta no bairro Moinhos de Vento e, este ano, uma segunda unidade foi inaugurada no Jardim Europa.

No planejamento do Brasco, o princípio é contratar pequenos negócios como fornecedores, especialmente localizados nas proximidades. A justificativa está, entre diversas questões, na garantia de receber produtos com qualidade, pois não há necessidade de longas horas de transporte. “Prezamos também o contato mais próximo. Nos relacionamos melhor dessa forma, sem contar que os pequenos muitas vezes não atendem às grandes redes, por isso, podemos conseguir preços melhores”, explica Drumond. A empresa não parou de crescer. Os sócios têm feito investimento em treinamento de equipe para o futuro terceiro endereço do Mercado Brasco.

Os pequenos negócios estão por toda parte e integram o dia a dia de qualquer pessoa. O mercado perto de casa, a papelaria e o restaurante são alguns exemplos. São eles que geram um grande número de empregos e dinamizam a economia, desenvolvendo, especialmente, as localidades onde estão inseridos. A campanha do Sebrae tem o 5 de outubro como Dia D, ocasião em que foi instituído o Estatuto da Micro e Pequena Empresa, em 1999. No Rio Grande do Sul as atividades já estão programadas.

Conforme explica a gerente de Atendimento Individual do Sebrae no Rio Grande do Sul, Viviane Ferran, “o Movimento quer mostrar ao público a importância de comprar do pequeno negócio, pois isso gera emprego ao entorno, as pessoas melhoram a sua qualidade de vida e a economia cresce”, disse. Existem no Brasil mais de 10 milhões de empresas formalizadas, com faturamento anual de no máximo R$ 3,6 milhões por ano. No estado, o número é de 1,2 milhão de estabelecimentos, responsáveis por gerar 66% dos postos de trabalho e 33% de participação no Produto Interno Bruto (PIB).

Cinco motivos para comprar do pequeno

O movimento trabalha com cinco itens que demonstram a relevância da iniciativa: sempre há negócios diversificados ao alcance; esses empreendimentos são, muitas vezes, a primeira oportunidade de emprego de alguém (10 milhões de micro e pequenas empresas em todo o Brasil, além de 5 milhões de Microempreendedores Individuais e 5,2 milhões de produtores rurais); comprar de um pequeno negócio faz com que o dinheiro permaneça no bairro; eles promovem o desenvolvimento social; e escolher o pequeno negócio na hora da compra ajuda a fortalecer esses segmentos e impulsiona a economia.

Viviane ressalta que o papel do Sebrae com essa proposta é também orientar os empresários. “Não basta dizer que é importante comprar dos pequenos negócios, queremos contribuir para que se tornem a melhor opção de compra. Organizamos capacitações e consultorias com foco em aspectos de gestão, o espaço interno, atendimento, entre outras questões, para atrair e fidelizar o público vizinho”, explica.

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