Metroviários ameaçam com greve geral na copa

Com apoio da CUT, Passe Livre e de sem teto, categoria organiza novos piquetes para este sábado (7) com a promessa de fechar a Estação Bresser, o coração do sistema; presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior, disse durante assembleia na sexta-feira que vai convocar bancários e metalúrgicos para uma greve geral se a categoria “sangrar”, referindo-se à possibilidade de confronto com a PM, como ocorreu na Estação Santa Rosa; audiência no TRT terminou sem acordo; Estado diz que não tem como melhorar a proposta de 8,7% (os metroviários exigem 12,2%) e que vai endurecer nas negociações para não abrir brechas a reivindicações de outras categorias em plena Copa do Mundo

Com apoio da CUT, Passe Livre e de sem teto, categoria organiza novos piquetes para este sábado (7) com a promessa de fechar a Estação Bresser, o coração do sistema; presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior, disse durante assembleia na sexta-feira que vai convocar bancários e metalúrgicos para uma greve geral se a categoria “sangrar”, referindo-se à possibilidade de confronto com a PM, como ocorreu na Estação Santa Rosa; audiência no TRT terminou sem acordo; Estado diz que não tem como melhorar a proposta de 8,7% (os metroviários exigem 12,2%) e que vai endurecer nas negociações para não abrir brechas a reivindicações de outras categorias em plena Copa do Mundo
Com apoio da CUT, Passe Livre e de sem teto, categoria organiza novos piquetes para este sábado (7) com a promessa de fechar a Estação Bresser, o coração do sistema; presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior, disse durante assembleia na sexta-feira que vai convocar bancários e metalúrgicos para uma greve geral se a categoria “sangrar”, referindo-se à possibilidade de confronto com a PM, como ocorreu na Estação Santa Rosa; audiência no TRT terminou sem acordo; Estado diz que não tem como melhorar a proposta de 8,7% (os metroviários exigem 12,2%) e que vai endurecer nas negociações para não abrir brechas a reivindicações de outras categorias em plena Copa do Mundo (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - Os metroviários de São Paulo, de braços cruzados a três dias, ameaçam com uma greve geral em plena Copa do Mundo. E com o reforço da Central Única dos Trabalhadores (CUT), movimentos como Passe Livre e Sem Teto e outras categorias profissionais, a exemplo de metalúrgicos e bancários. O governo paulista ameaça e aguarda apenas decisão judicial para iniciar demissões e utilizar a Polícia Militar para liberar estações.

A liderança dos metroviários organiza novos piquetes para os próximos dias. Na sexta-feira (6), 27 estações permaneceram fechadas em pleno horários de pico e houve confronto com a PM no Metrô Santa Rosa. O alvo deste sábado será, além de Santa Rosa, a Estação Bresser, coração do sistema que possibilita o funcionamento de outras 34 estações.

“Vamos segurar tudo até domingo. E a pancadaria acontecer, vamos falar com todas as categorias. Se agente sangrar, vamos pedir ajuda de metalúrgicos, de bancários, e fazer um dia de greve geral na boca da copa”, ameaçou o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior, durante assembleia na noite de sexta, conforme reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

Prazeres esteve ontem com o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, em busca de apoio. Disse ter falado ainda com o superintendente da Delegacia Regional do Trabalho, Luiz Antônio Medeiros. O presidente da CUT, Vagner Freitas, procurou Prazeres para oferecer-lhe o apoio de bancários e metalúrgicos caso haja violência em vez de negociação.

Uma audiência realizada ontem no Tribunal Regional do Trabalho terminou sem acordo. O desembargador Rafael Pugliese pediu que o Estado melhorasse a proposta atual, de 8,7%, mas o presidente do Metrô, Luiz Antônio Carvalho Pacheco, disse ser impossível. Os metroviários pedem reajuste de 12,2% e não aceitam proposta inferior e dois dígitos.

O governador Geraldo Alckmin determinou ao secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, o endurecimento nas negociações. O governo paulista avalia que uma concessão aos metroviários abriria uma brecha para que outras categorias entrem em greve no período da Copa.

O julgamento do pedido de ilegalidade da greve acontece neste domingo. 

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