MPF ajuíza ação contra funcionário dos Correios

Segundo o Ministério Público Federal em Pernambuco, o empregado tirava mercadorias de encomendas no Centro de Distribuição da empresa, em Recife; no entender do órgão, a conduta do funcionário violou os princípios constitucionais da Administração Pública

Segundo o Ministério Público Federal em Pernambuco, o empregado tirava mercadorias de encomendas no Centro de Distribuição da empresa, em Recife; no entender do órgão, a conduta do funcionário violou os princípios constitucionais da Administração Pública
Segundo o Ministério Público Federal em Pernambuco, o empregado tirava mercadorias de encomendas no Centro de Distribuição da empresa, em Recife; no entender do órgão, a conduta do funcionário violou os princípios constitucionais da Administração Pública (Foto: Leonardo Lucena)
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PE247 – O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco ajuizou uma ação de improbidade administrativa contra um funcionário dos Correios, acusado de tirar mercadorias de encomendas no Centro de Distribuição da empresa, em Recife. Se for condenado, o empregado terá perda de função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos e deverá efetuar o pagamento de multa civil. A punição prevê, ainda, ressarcimento integral do dano.

Segundo a procuradora da República, Mona Lisa Duarte Ismail, o empregado tirava proveito da condição de inspetor de segurança dos Correios para violar as encomendas. O MPF abriu investigação contra o funcionário após perceber o aumento da quantidade de reclamações de extravio pelos clientes.

A detenção ocorreu em flagrante, em julho de 2012. Com o acusado foram encontrados telefones celulares, câmeras fotográficas, smartphones e equipamentos de fotografia. Curiosamente, o empregado confessou à Polícia Federal que praticou a violação durante quatro meses, aproximadamente, e que vendeu alguns itens no Centro do Recife.

Em consequência da violação, o inspetor foi demitido por justa causa, em março. De acordo com o MPF, a infração implicou em enriquecimento ilícito e danos aos usuários dos Correios e à própria empresa. Além disso, a conduta violou os princípios constitucionais da Administração Pública.

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