MPL pode desocupar Câmara Municipal na quarta

O Movimento Passe Livre (MPL) avalia desocupar o plenário da Câmara Municipal exatamente no dia em que a permanência do grupo completará um mês, na próxima quarta-feira (21); segundo Yuri Silva, assessor do coletivo, esta semana será decisiva; os dois ativistas que permanecem no Plenário Cosme de Farias podem deixar o Legislativo após avaliação das sessões da Casa que irão decidir pelo aumento ou não do salário do funcionalismo público

O Movimento Passe Livre (MPL) avalia desocupar o plenário da Câmara Municipal exatamente no dia em que a permanência do grupo completará um mês, na próxima quarta-feira (21); segundo Yuri Silva, assessor do coletivo, esta semana será decisiva; os dois ativistas que permanecem no Plenário Cosme de Farias podem deixar o Legislativo após avaliação das sessões da Casa que irão decidir pelo aumento ou não do salário do funcionalismo público
O Movimento Passe Livre (MPL) avalia desocupar o plenário da Câmara Municipal exatamente no dia em que a permanência do grupo completará um mês, na próxima quarta-feira (21); segundo Yuri Silva, assessor do coletivo, esta semana será decisiva; os dois ativistas que permanecem no Plenário Cosme de Farias podem deixar o Legislativo após avaliação das sessões da Casa que irão decidir pelo aumento ou não do salário do funcionalismo público (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247

O Movimento Passe Livre (MPL) avalia desocupar o plenário da Câmara Municipal exatamente no dia em que a permanência do grupo completará um mês, na próxima quarta-feira (21).

Possibilidade de desocupação foi discutida em Assembleia neste sábado, na frente da Câmara, e os integrantes decidiram os próximos rumos do movimento.

Segundo Yuri Silva, assessor do coletivo, esta semana será decisiva. Após avaliação das sessões da Casa, que irão decidir pelo aumento ou não do salário do funcionalismo público, os dois ativistas que permanecem no Plenário Cosme de Farias podem sair na quarta-feira.

Para ele, as falas dos ativistas apontaram para um contentamento. "A ocupação foi um elemento de pressão importantíssimo e foi uma evolução do movimento. A postura ditatorial do prefeito [ACM Neto] não nós permitiu dialogar com ele", disse Yuri em matéria no site Bahia Notícias.

Para Walter Takemoto, também participante do coletivo, a desocupação interna não significa que o grupo sairá da CMS. "A ocupação externa vai permanecer. Desocupar o plenário não significa desocupar a câmara".

O grupo pretende ainda se unir a outros movimentos sociais e fazer mais manifestações em Salvador. Dia 22 eles integrarão a Marcha Contra o Genocídio do Povo Negro e no dia 30 irão realizar a Dia Nacional de Luta em Salvador, junto com os sindicatos e alguns políticos.

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