Nassif prevê tempos sombrios para Doria

Conforme lembra o jornalista Luis Nassif diz, no jornal GGN, o prefeito de São Paulo, João Doria, "deu dois aumentos para as empresas de ônibus. O explícito, foi o aumento da passagem para R$ 4,00. O sub-reptício foi um remanejamento das linhas de ônibus e dos prazos de validade do bilhete único"; "Na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, por exemplo, os alunos começaram a mapear as linhas que sumiram. Dado o primeiro grito de alerta, se seguirá uma atoarda infernal de uma população que se sentirá enganada"

Conforme lembra o jornalista Luis Nassif diz, no jornal GGN, o prefeito de São Paulo, João Doria, "deu dois aumentos para as empresas de ônibus. O explícito, foi o aumento da passagem para R$ 4,00. O sub-reptício foi um remanejamento das linhas de ônibus e dos prazos de validade do bilhete único"; "Na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, por exemplo, os alunos começaram a mapear as linhas que sumiram. Dado o primeiro grito de alerta, se seguirá uma atoarda infernal de uma população que se sentirá enganada"
Conforme lembra o jornalista Luis Nassif diz, no jornal GGN, o prefeito de São Paulo, João Doria, "deu dois aumentos para as empresas de ônibus. O explícito, foi o aumento da passagem para R$ 4,00. O sub-reptício foi um remanejamento das linhas de ônibus e dos prazos de validade do bilhete único"; "Na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, por exemplo, os alunos começaram a mapear as linhas que sumiram. Dado o primeiro grito de alerta, se seguirá uma atoarda infernal de uma população que se sentirá enganada" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Jornalista Luis Nassif diz, no jornal GGN, que o prefeito de São Paulo, João Dória Jr "não é um político esperto". "Sua última jogada será desvendada em três tempos pela imprensa – que há muito deixou de blindá-lo. Dória deu dois aumentos para as empresas de ônibus. O explícito, foi o aumento da passagem para R$ 4,00. O sub-reptício foi um remanejamento das linhas de ônibus e dos prazos de validade do bilhete único".

De acordo com o jornalista, o tucano "valeu-se do período escolar e da cidade meio esvaziada para implementar seu plano".

"Agora, os passageiros começaram a montar o quebra-cabeças. Na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, por exemplo, os alunos começaram a mapear as linhas que sumiram.
Dado o primeiro grito de alerta, se seguirá uma atoarda infernal de uma população que se sentirá enganada".

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