Nilson Lima: "eleição será muito dura até o final"

Secretário geral do PPS, Nilson Lima, que é candidato a deputado federal, afirma que a atual eleição “será muito dura até o final” na disputa pelo governo do Estado; “Será uma eleição muito disputada, tanto na capital como no interior, até o final. Vai ganhar quem tiver mais fôlego e apresentar as melhores propostas”, diz; diferentemente da maioria das lideranças do bloco que dá sustentação ao candidato a governador Eduardo Amorim, do PSC, Nilson Lima avalia que a mobilização da campanha está satisfatória e não enxerga a necessidade de grandes mudanças no programa eleitoral no rádio e na TV

Secretário geral do PPS, Nilson Lima, que é candidato a deputado federal, afirma que a atual eleição “será muito dura até o final” na disputa pelo governo do Estado; “Será uma eleição muito disputada, tanto na capital como no interior, até o final. Vai ganhar quem tiver mais fôlego e apresentar as melhores propostas”, diz; diferentemente da maioria das lideranças do bloco que dá sustentação ao candidato a governador Eduardo Amorim, do PSC, Nilson Lima avalia que a mobilização da campanha está satisfatória e não enxerga a necessidade de grandes mudanças no programa eleitoral no rádio e na TV
Secretário geral do PPS, Nilson Lima, que é candidato a deputado federal, afirma que a atual eleição “será muito dura até o final” na disputa pelo governo do Estado; “Será uma eleição muito disputada, tanto na capital como no interior, até o final. Vai ganhar quem tiver mais fôlego e apresentar as melhores propostas”, diz; diferentemente da maioria das lideranças do bloco que dá sustentação ao candidato a governador Eduardo Amorim, do PSC, Nilson Lima avalia que a mobilização da campanha está satisfatória e não enxerga a necessidade de grandes mudanças no programa eleitoral no rádio e na TV (Foto: Valter Lima)

Valter Lima, do Sergipe 247 - O secretário geral do PPS, Nilson Lima, que é candidato a deputado federal, afirma que a atual eleição “será muito dura até o final” na disputa pelo governo do Estado. “Será uma eleição muito disputada, tanto na capital como no interior, até o final. Vai ganhar quem tiver mais fôlego e apresentar as melhores propostas”, diz.

Diferentemente da maioria das lideranças do bloco que dá sustentação ao candidato a governador Eduardo Amorim, do PSC, Nilson Lima avalia que a mobilização da campanha está satisfatória e não enxerga a necessidade de grandes mudanças no programa eleitoral no rádio e na TV. Em reunião anteontem, aliados como Gilmar Carvalho, Venâncio Fonseca e Adelson Barreto cobraram mudanças no horário eleitoral e na condução da campanha nas ruas.

“Temos mobilizado muito. Os atos de campanha são diários. De manhã, nos cruzamentos. À tarde, com caminhadas nos bairros. À noite, estamos em carreatas. Realizamos também várias atividades no interior, inaugurando comitês, participando de carreatas, como a que houve no Centro Sul. É uma campanha de mobilização”, afirma. Ainda assim, ele vê a necessidade de se fazer uma avaliação sobre o quadro em cada município para intensificar a campanha.

Sobre o horário eleitoral, ele afirma que o “caminho propositivo” é o mais adequado. “O programa é para dialogar, apresentar proposta. Não acho que é espaço para baixaria”, ressalta. Mas ele pondera que “existe espaço para aperfeiçoar”. “O povo gosta de uma campanha com sentimento”, completa.

Nilson Lima se diz também satisfeito com a própria campanha. “Tenho participado diariamente de atividades corpo a corpo e a receptividade ao meu projeto é muito expressiva. Temos conquistado apoios de segmentos formadores de opinião, muita adesão espontânea. Acredito que chegaremos ao nosso objetivo”, afirma. No entanto, ele ressalta que “a eleição para cargo proporcional tem sido caracterizada pela compra de lideranças”.

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