Número de mortes no trânsito de SP tem maior queda desde 1979

Número de vítimas fatais decorrentes de acidentes de trânsito na capital paulista caiu 20,6% em 2015, em comparação com o ano anterior; índice representa a maior redução desde 1988, quando entrou em vigor o novo Código de Trânsito Brasileiro; e o total de mortes, 992, também é o mais baixo da série histórica da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), iniciada em 1979; redução dos limites de velocidade e aumento da fiscalização são apontados como as maiores razões para a melhoria dos indicadores

Número de vítimas fatais decorrentes de acidentes de trânsito na capital paulista caiu 20,6% em 2015, em comparação com o ano anterior; índice representa a maior redução desde 1988, quando entrou em vigor o novo Código de Trânsito Brasileiro; e o total de mortes, 992, também é o mais baixo da série histórica da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), iniciada em 1979; redução dos limites de velocidade e aumento da fiscalização são apontados como as maiores razões para a melhoria dos indicadores
Número de vítimas fatais decorrentes de acidentes de trânsito na capital paulista caiu 20,6% em 2015, em comparação com o ano anterior; índice representa a maior redução desde 1988, quando entrou em vigor o novo Código de Trânsito Brasileiro; e o total de mortes, 992, também é o mais baixo da série histórica da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), iniciada em 1979; redução dos limites de velocidade e aumento da fiscalização são apontados como as maiores razões para a melhoria dos indicadores (Foto: Paulo Emílio)

SP 247 - O número de vítimas fatais decorrentes de acidentes de trânsito caiu 20,6% em São Paulo ao longo de 2015 quando em comparação com o ano anterior. O índice representa a maior redução desde 1988, quando entrou em vigor o novo Código de Trânsito Brasileiro e o total de mortes, 992, também é o mais baixo da série histórica da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), iniciada em 1979.

Especialistas em transito dizem que uma série de medidas – como a redução dos limites de velocidade, aumento da fiscalização – e até mesmo a crise econômica – que reduziu o número de deslocamentos – ajudou a melhorar os indicadores.

"A redução de [limites de] velocidade impacta diretamente. E não existe outra maneira de manter esse número tão baixo sem ser pela fiscalização", afirma o diretor de planejamento, projetos e educação da CET, Tadeu Leite Duarte. Segundo a CET, as vítimas fatais entre ciclistas caíram 34%, 24,5% entre os pedestres, 16%, entre motoristas e passageiros, além de 15,9% junto aos motociclistas.

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