‘O golpe não está consolidado. Acreditamos na prudência do Senado’

A líder do PT na Câmara Municipal de Salvador, vereadora Vânia Galvão, afirma que o resultado a favor do impeachment na Câmara dos Deputados não configura a concretização do processo; "O golpe não está consolidado, e não será; acreditamos na prudência do Senado, que não deverá negligenciar o resultado das eleições presidenciais nem as nossas lutas nas ruas pela democracia", diz Vânia

A líder do PT na Câmara Municipal de Salvador, vereadora Vânia Galvão, afirma que o resultado a favor do impeachment na Câmara dos Deputados não configura a concretização do processo; "O golpe não está consolidado, e não será; acreditamos na prudência do Senado, que não deverá negligenciar o resultado das eleições presidenciais nem as nossas lutas nas ruas pela democracia", diz Vânia
A líder do PT na Câmara Municipal de Salvador, vereadora Vânia Galvão, afirma que o resultado a favor do impeachment na Câmara dos Deputados não configura a concretização do processo; "O golpe não está consolidado, e não será; acreditamos na prudência do Senado, que não deverá negligenciar o resultado das eleições presidenciais nem as nossas lutas nas ruas pela democracia", diz Vânia (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - A líder do PT na Câmara Municipal de Salvador, vereadora Vânia Galvão, afirma que o resultado a favor do impeachment na Câmara dos Deputados não configura a concretização do processo.

"O golpe não está consolidado, e não será; acreditamos na prudência do Senado, que não deverá negligenciar o resultado das eleições presidenciais nem as nossas lutas nas ruas pela democracia", diz Vânia.

Ela compara as manifestações populares contra o impedimento da presidente Dilma ao movimento pelas 'Diretas Já' na década de 1980.

"É a mesma luta; nossos artistas, intelectuais, estudantes, movimentos sociais estão todos firmes contra esse processo maquiavélico, contra a tentativa de tomada do poder no tapetão. Agora mais do que nunca temos que nos mobilizar para afirmar nossa indignação contra essa facção criminosa, covarde, misógina e retrograda; não podemos admitir um novo golpe no nosso país", afirma a líder petista.

Segundo a vereadora, "ficou claro no discurso dos deputados que o processo não é pelo país, mas sim contra o PT, contra Lula e Dilma".

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