Odebrecht nega falha no Itaquerão, que encolheu

Em entrevista à colunista Sonia Racy, o responsável pela obra do palco de abertura da Copa do Mundo, Marcelo Odebrecht, afirma que estádio custou R$ 985 milhões; “50% inferior ao da arena de Brasília e 30% superior ao do estádio de Manaus”; nega investimento do governo, apenas com financiamento da Caixa obtivo pelo Corinthians; e diz que não houve atraso na entrega da Arena para a Fifa; no entanto, número de assentos, que seria de 68 mil, encolheu para 61 mil e ficou abaixo do Morumbi

Em entrevista à colunista Sonia Racy, o responsável pela obra do palco de abertura da Copa do Mundo, Marcelo Odebrecht, afirma que estádio custou R$ 985 milhões; “50% inferior ao da arena de Brasília e 30% superior ao do estádio de Manaus”; nega investimento do governo, apenas com financiamento da Caixa obtivo pelo Corinthians; e diz que não houve atraso na entrega da Arena para a Fifa; no entanto, número de assentos, que seria de 68 mil, encolheu para 61 mil e ficou abaixo do Morumbi
Em entrevista à colunista Sonia Racy, o responsável pela obra do palco de abertura da Copa do Mundo, Marcelo Odebrecht, afirma que estádio custou R$ 985 milhões; “50% inferior ao da arena de Brasília e 30% superior ao do estádio de Manaus”; nega investimento do governo, apenas com financiamento da Caixa obtivo pelo Corinthians; e diz que não houve atraso na entrega da Arena para a Fifa; no entanto, número de assentos, que seria de 68 mil, encolheu para 61 mil e ficou abaixo do Morumbi (Foto: Roberta Namour)

247 – Responsável pela obra do Itaquerão, palco de abertura da Copa do Mundo, Marcelo Odebrecht nega falhas na construção, não reconhece atrasos na entrega para a Fifa e ainda é categórico ao afirmar que estádio não recebeu investimento público direto: ‘apenas entrou com financiamento da Caixa obtivo pelo Corinthians’.

Segundo ele, o estádio custou R$ 985 milhões; “50% inferior ao da arena de Brasília e 30% superior ao do estádio de Manaus”. 

Em entrevista a colunista Sonia Racy, ele mantém a tese que contraria laudo sobre acidente ocorrido em novembro matando dois operários e diz que solo tinha plena capacidade para suportar guindaste.

Quanto à Copa, diz que Brasil só vai passar vergonha se houver manifestações violentas ou perder feio dentro do campo (leia aqui).

No entanto, não comenta que o número de assentos na Arena Corinthians, que seria de 68 mil, encolheu para 61 mil e ficou abaixo do Morumbi, que não vai sediar jogos da Copa.

 

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