Paim: 'trabalhadores não podem pagar a conta'

Senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que o atual momento do país, com crescimento do PIB de apenas 0,1% em 2014, exige uma grande "concertação" nacional, chamando inclusive a oposição para o diálogo; parlamentar defendeu a discussão sobre a tributação da grandes fortunas; "É o momento de dar um passo avant e não chamar somente os trabalhadores para serem aqueles que vão pagar a conta", afirmou; "Nós temos que trabalhar em conjunto pensando no bem do País. Não adiante demarcar se é base (governista) ou se é oposição. Eu estou na linha da conciliação"

Senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que o atual momento do país, com crescimento do PIB de apenas 0,1% em 2014, exige uma grande "concertação" nacional, chamando inclusive a oposição para o diálogo; parlamentar defendeu a discussão sobre a tributação da grandes fortunas; "É o momento de dar um passo avant e não chamar somente os trabalhadores para serem aqueles que vão pagar a conta", afirmou; "Nós temos que trabalhar em conjunto pensando no bem do País. Não adiante demarcar se é base (governista) ou se é oposição. Eu estou na linha da conciliação"
Senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que o atual momento do país, com crescimento do PIB de apenas 0,1% em 2014, exige uma grande "concertação" nacional, chamando inclusive a oposição para o diálogo; parlamentar defendeu a discussão sobre a tributação da grandes fortunas; "É o momento de dar um passo avant e não chamar somente os trabalhadores para serem aqueles que vão pagar a conta", afirmou; "Nós temos que trabalhar em conjunto pensando no bem do País. Não adiante demarcar se é base (governista) ou se é oposição. Eu estou na linha da conciliação" (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou nesta sexta (27) que o atual momento do país, com crescimento do PIB de apenas 0,1% em 2014, exige uma grande "concertação" nacional, chamando inclusive a oposição para o diálogo. O parlamentar defendeu a discussão sobre a tributação da grandes fortunas.

"É o momento de dar um passo avant e não chamar somente os trabalhadores para serem aqueles que vão pagar a conta", afirmou. "Nós temos que trabalhar em conjunto pensando no bem do País. Não adiante demarcar se é base (governista) ou se é oposição. Eu estou na linha da conciliação", disse.

Segundo Paim, as medidas provisórias de ajustes fiscais encaminhadas ao Congresso, principalmente a 664 e a 665, não serão aprovadas da foram como estão elaboradas.

"O governo vai ter que dialogar na busca de um acordo que representa a 'média de pensamento' da sociedade. Nós temos que aprofundar o debate da reforma tributária, por exemplo", acrescentou.

 

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