Palmas registra menores índices de excesso de peso e hipertensão

Dados da pesquisa Vigitel, divulgada nesta segunda-feira, 17, pelo Ministério da Saúde, mostram que quase um em cada cinco brasileiros está obeso; entre as capitais, Rio Branco (AC) foi a que registrou maior prevalência de excesso de peso, com índice de 60,6. Já Palmas registrou menor índice, 47,7; da mesma forma, Palmas foi a capital brasileira a registrar menor prevalência de diagnóstico médico de hipertensão (índice de 16,9), enquanto que o Rio de Janeiro (RJ) registrou a maior prevalência, com 31,7

Dados da pesquisa Vigitel, divulgada nesta segunda-feira, 17, pelo Ministério da Saúde, mostram que quase um em cada cinco brasileiros está obeso; entre as capitais, Rio Branco (AC) foi a que registrou maior prevalência de excesso de peso, com índice de 60,6. Já Palmas registrou menor índice, 47,7; da mesma forma, Palmas foi a capital brasileira a registrar menor prevalência de diagnóstico médico de hipertensão (índice de 16,9), enquanto que o Rio de Janeiro (RJ) registrou a maior prevalência, com 31,7
Dados da pesquisa Vigitel, divulgada nesta segunda-feira, 17, pelo Ministério da Saúde, mostram que quase um em cada cinco brasileiros está obeso; entre as capitais, Rio Branco (AC) foi a que registrou maior prevalência de excesso de peso, com índice de 60,6. Já Palmas registrou menor índice, 47,7; da mesma forma, Palmas foi a capital brasileira a registrar menor prevalência de diagnóstico médico de hipertensão (índice de 16,9), enquanto que o Rio de Janeiro (RJ) registrou a maior prevalência, com 31,7 (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada nesta segunda-feira, 17, pelo Ministério da Saúde, mostram que quase um em cada cinco brasileiros está obeso.

Levantamento feito entre fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos das capitais brasileiras mostrou que o diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.

Entre as capitais, Rio Branco (AC) foi a que registrou maior prevalência de excesso de peso, com índice de 60,6. Já Palmas registrou menor índice, 47,7.

Da mesma forma, Palmas foi a capital brasileira a registrar menor prevalência de diagnóstico médico de hipertensão (índice de 16,9), enquanto que o Rio de Janeiro (RJ) registrou a maior prevalência, com 31,7.

Leia também reportagem da Agência Brasil sobre o assunto: 

Vigitel: um em cada três brasileiros consome frutas e hortaliças regularmente

O consumo regular de frutas e hortaliças aumentou no país nos últimos oito anos, passando de 33% em 2008 para 35,2% em 2016, segundo dados divulgados hoje (17) pelo Ministério da Saúde. Ainda assim, apenas um em cada três adultos brasileiros consome esse tipo de alimento em pelo menos cinco dos sete dias da semana.

A pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) revela ainda que os hábitos, nesse caso, são melhores entre as mulheres – o consumo regular de frutas e hortaliças no grupo passou de 38,6% para 40,7% no período – do que entre homens, cujos percentuais passaram de 26,4% para 28,8%.

Feijão

Ainda de acordo com o estudo, o consumo regular de feijão entre os brasileiros caiu nos últimos quatro anos, passando de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. Entre os homens, o índice passou de 74,2% para 67,9% no período e, entre as mulheres, de 61,7% para 55,7%.

Refrigerantes e sucos artificiais

O consumo regular de refrigerantes e sucos artificiais também caiu entre a população brasileira nos últimos nove anos, passando de 30,9% em 2007 para 16,5% em 2016. Entre os homens, o índice passou de 35,7% para 19,6% no período e, entre as mulheres, de 26,9% para 13,9%.

Atividade física

O levantamento também aponta que a prática de atividades físicas no tempo livre do brasileiro aumentou nos últimos sete anos. Em 2009, o indicador era de 30,3% e, em 2016, de 37,6%. A prevalência, segundo o ministério, diminui com a idade, sendo mais frequente entre jovens de 18 a 24 anos (52%) e menos frequente entre pessoas com 65 anos ou mais (22%).

 

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